abas2

Abas

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Carrancas

(Fonte: Google)


Carrancas é um município do estado de Minas Gerais, Brasil. É um município de apenas 4.081 habitantes (IBGE – Estimativa 2014) e fica situada no sul de Minas Gerais.

(localização de Carrancas-MG)

Carrancas está localizada em uma das maiores extensões de serras de quartzito com altitude média de 1.100 m e vegetação caracterizada por área de transição entre mata atlântica e cerrado. A maioria das estradas são de terra, mas encontram-se em boas condições.

Diversos turistas são atraídos pela beleza de suas cachoeiras, grutas e trilhas. Além das belezas naturais Carrancas abriga o maior trecho da Estrada Real (trajeto dos Bandeirantes que saiam de São Paulo pelo caminho velho em busca do ouro na minas gerais) em um mesmo município com 77 km.



(placa na estrada para Carrancas)

A cidade oferece ao visitante, através de seus receptivos, diversos roteiros ecológicos, turismo aventura, cavalgadas, roteiros para ciclistas e motoqueiros. Cenários de pura beleza para passeios diurnos e noturnos.

São mais de 30 atrações mapeadas e cerca de 60 atrativos naturais próximos à cidade, entre serras, grutas, poços e cachoeiras. Algumas cachoeiras são de fácil acesso, ideal para desfrute de famílias.

Outras são alcançadas através de trilhas mais estreitas e grandes subidas, convidativas para os amantes de aventuras. Por isso, o município foi considerado um dos mais recentes polos de ecoturismo do estado.

Além dos passeios para diversão e aventura, Carrancas possui, também, uma diversidade natural que encanta: borboletas, seriemas, teiús, perdizes, garças, calangos, tatus, lebres, raposas, capivaras, pacas, entre outros animais. A cidade ainda é dona de uma rica vegetação.

Devido às diversas atrações, Carrancas conta com muitas opções de hospedagem, entre pousadas, hotéis-fazenda e campings.




A cidade foi fundada em meio ao ciclo do ouro e as viagens desde Parati trouxeram bandeirantes paulistas (da capital e de Taubaté) e as suas famílias por volta de 1718, que fixaram moradia e criaram um povoado às margens do Rio Grande em Minas Gerais.

Apesar de grandes rivais na disputa pelas terras e pelo ouro, juntos se instalaram nas terras onde hoje está situado o município de Carrancas. Empolgados com o potencial fértil de suas terras e com a possibilidade de encontrar ouro em grande quantidade, decidiram conquistar o local iniciando um povoado com suas famílias, escravos e amigos. Em 1721 foi edificada a Igreja Matriz em homenagem a Nossa Senhora da Conceição ficando então conhecido o lugar como Nossa Senhora do Rio Grande.

(Igreja Matriz)

Pouco a pouco o povoado ia crescendo com os paulistas e portugueses que chegavam interessados pelo ouro e pela agricultura que também se desenvolvia. Outro fator determinante para o seu crescimento, foi a elevação à freguesia em 1736 que aumentou bastante o número de habitantes do lugar.

O nome Carrancas vem de duas grandes rochas lá existentes semelhantes à duas caras feitas pelas escavações dos garimpeiros da época. De lá para cá, muitos outros nomes surgiram, como, Nossa Senhora da Conceição das Carrancas, Carrancas de baixo, Carrancas de Cá e finalmente Carrancas. Por ironia, propriamente no município não fora encontrado ouro em quantidade economicamente viável mas sim na região bem próxima onde hoje estão localizados os municípios de São João del Rey, Tiradentes e Lavras.

Passada a febre do ouro, Carrancas finalmente foi vista por suas belas serras e cachoeiras. Hoje, a cidade é considerada a Terra das Cachoeiras e sua beleza natural atrai visitantes de todo o país e do exterior.

Carrancas tem ainda a hospitalidade de sua gente e pequenas pousadas e hotéis-fazenda que propiciam ao visitante a verdadeira vida do interior, com direito a ordenha e passeios a cavalo.

Uma das mais importantes fontes de renda do município é a pecuária de corte e de leite, juntamente com a produção de cachaça, café, cana, eucalipto, milho, queijo, mandioca, feijão, arroz e artesanato.
Outro ponto forte é a religiosidade: a fé do povo de Carrancas chama atenção, tanto que o carnaval de festa na cidade acontece duas semanas antes do oficial, o chamado Carnaval antecipado.

Carrancas atrai pela religiosidade, pela simplicidade e pela fartura de verde e o som das águas, que está em todos os lugares. Uma terra cheia de cultura popular e belezas naturais.




- A localização da curiosa formação rochosa que batizou a cidade é desconhecida, o que nos leva a questionar a veracidade de sua existência.

- O interior da Igreja da Matriz possui pinturas do Mestre Joaquim José da Natividade, discípulo de Aleijadinho.

- Carrancas tem mais de 110 atrações naturais, entre serras, grutas, poços, cachoeiras e mirantes fabulosos.

- Atualmente vem sendo utilizada pela Rede Globo como cenário para várias novelas da emissora, exemplos: Alma Gêmea (2004), Paraíso (2009), Amor Eterno Amor (2012), Império (2014).




O clima em Carrancas é o tropical de altitude, ou seja, possui verões amenos e úmidos e os invernos frios e secos. A temperatura média anual é de 18 ºC.

No verão o clima é bem quente e as chuvas frequentes. Esta é a época das orquídeas e bromélias, abundantes na região.

No outono, principalmente em abril, o calor é amenizado e as chuvas praticamente cessam. A temperatura mais amena e os dias claros valorizam as caminhadas, cavalgadas e banhos de cachoeira. Entretanto à noite as temperaturas começam a cair. Nas madrugadas de maio a neblina confere muita tranquilidade ao lugar. Em junho venta bastante, o que aumenta a sensação térmica de frio.

O inverno tem dias geralmente quentes, embora as noites sejam bastante frias. A estação é de seca e as nascentes dos rios ficam mais frias. Em agosto se dá a floração dos Ipês, característicos da região. Já em setembro é a vez das quaresmeiras.

Na primavera recomeçam as chuvas, abastecendo as nascentes. O calor também se intensifica.

As chuvas costumam ser mais freqüentes entre setembro e abril, enquanto que de maio a agosto é caracterizado como estação seca.




Há opções para todos os gostos! Além das pousadas no centro da cidade, há a opção para quem procura um lugar mais tranquilo e calmo no campo.

Um bom site para pesquisar sobre hospedagem se encontra neste link: http://www.carrancas.com.br/hospedagem/index.shtml




A melhor época para visitar a cidade é entre janeiro e março quando as cachoeiras estão mais cheias e a temperatura da água é agradável.


Trajes de banho é essencial para quem quer aproveitar as cachoeiras, além de protetor solar. Repelente também é interessante levar apesar das vezes em que estive lá não vi muitos mosquitos. Não esqueça sempre de colocar um casaco na mala, pois mesmo no verão pode fazer frio de noite.





Existem diversas maneiras para se chegar em Carrancas:

  • Belo Horizonte 290 km (3 maneiras):
  1. Via Fernão Dias (BR 381) até o trevo de Lavras. Depois, siga pela BR-265 até Itutinga. De lá, são 26 km pela MG-451 até Carrancas (trajeto asfaltado). 
  2. Também é possível pela BR-040 (sentido Rio de Janeiro) até Barbacena e de lá acessar a BR-265, passando por São João Del'Rei até chegar a Itutinga. Entre nesta cidade e siga 26 km pela MG-451 até Carrancas (trajeto asfaltado).
  3. A terceira opção é também pela BR-381 até o trevo de Bom Sucesso. Depois siga pela MG-332, passando por Bom Sucesso, Ibituruna e Nazareno. Ao chegar à BR-265 siga no sentido Lavras ou São Paulo. Depois de entrar em Itutinga, acesse a MG-451 até Carrancas.

  • São Paulo 430 km (2 maneiras)
  1. Via Fernão Dias (BR-381), vá até o trevo de Lavras, em seguida para Itutinga.
  2. Seguir pela BR-116 até a cidade de Cruzeiro. Quase chegando a Cruzeiro, pegar as indicações para Pouso Alto ou Circuito das Águas (Caxambu, São Lourenço, Lambari e Cambuquira). Passar por Pouso Alto, Caxambu, Cruzília e Minduri. De Minduri a Carrancas são 44 quilômetros por estrada de terra. A primeira opção é a mais usada.

  • Rio de Janeiro 421 km (1 maneira)
  1. Via a BR-040, passe por Juiz de Fora e depois por Santos Dumont até chegar a Barbacena. De lá siga para São João Del Rei e continue pela BR-265 sentido Lavras, até Itutinga.

(mapa com os atrativos da região)







Não importa como você vai fazer para chegar até Carrancas, você terá belas vistas um tanto bucólicas para contemplar. Isso só aumenta a expectativa para chegar neste lugar cheio de atrativos e ainda pouco conhecido pelos turistas.

(vista da estrada para Carrancas)
Carrancas é conhecido pelos seus complexos hidrográficos constituídos principalmente por cachoeiras, poços e grutas. Os principais complexos estão listados abaixo:
→ Complexo da Fumaça
→ Complexo da Ponte
→ Complexo da Toca
→ Complexo da Zilda
→ Complexo Vargem grande
→ Complexo do Tira Prosa

Algumas das atrações ficam dentro de propriedades particulares na zona rural e alguns desses proprietários cobram pela entrada, mas mesmo pagando pela entrada, há pouca ou nem há informação sobre determinado lugar a ser visitado. Apesar de pouca estrutura para indicação e visitação dos atrativos, o lugar ainda assim surpreende pela qualidade de seus atrativos.

Indico pelo menos um dia em cada complexo para que se possa conhecer e desfrutar com calma todos os atrativos de Carrancas.

Fomos para lá na Semana Santa e tinha bastante movimento de carro, porém não chegou a estar insuportável. Mesmo assim acho que em uma época mais tranquila seja melhor para conhecer os atrativos.

Assim que chegamos, fomos direto arrumar o nosso acampamento em uma propriedade que fica do lado do Escorregador da Zilda. A área de camping não é muito convidativa se você quiser mais conforto, pois o chuveiro é de água gelada, os banheiros são bem simples e coletivos. Até a área de camping é bastante desnivelada, o que causou certo desconforto.

(camping do Escorregador da Zilda)

Como pagamos o valor do camping, não precisamos pagar a entrada do atrativo dele (2 reais por pessoa). Assim, em uma caminhada de menos de 2 minutos chegamos ao Escorregador da Zilda.

(Escorregador da Zilda)

Esta cachoeira foi uma diversão a parte para o nosso grupo, pois chegamos até a fazer competição de quem era o melhor escorregador. Como já era quase no por do sol, ficamos somente neste atrativo.

No dia seguinte fomos conhecer um pouco mais sobre o complexo mais famoso, o Complexo Zilda. O primeiro deles é conhecido como Cachoeira dos Índios. Esta pequena cachoeira é ótima para se tomar uma ducha, porém é preciso ter cuidado para não escorregar na pedra.

(Cachoeira dos Índios)

Depois de uma pausa nela, fomos em direção a Cachoeira da Zilda em uma trilha seguindo o curso do rio.

(percurso do rio)

Em um pouco mais de 5 minutos de trilha chegamos a Cachoeira da Zilda pelo lado esquerdo.

(Cachoeira da Zilda)

Depois fomos margeando pelas pedras e chegamos a vê-la de frente. Aí sim tomei conhecimento de como esta cachoeira é bonita mesmo estando cheia.

(Cachoeira da Zilda na Semana Santa)



Assim que chegamos na areia ao lado direito da cachoeira, reunimos o grupo. Hora de tirar foto!
(nosso grupo na Cachoeira da Zilda)

Depois voltamos no canto esquerdo da cachoeira para saltar de uma pedra que fica ali ao lado, acredito que deva ter uns 4 metros de altura. Uma ótima atividade para descontrair.

(pulo na cachoeira)

Assim que cansamos de pular, fomos seguir o rio novamente até chegar na Cachoeira das Droseras, também um ótimo lugar para tomar uma ducha!

(Cachoeira das Droseras)

Logo em seguida o curso do rio vai para o canto de uma pedra grande onde dá para descer até um poço. Esta se chama Cachoeira da Proa.

(Cachoeira da Proa)

Não poderíamos deixar de mergulhar no poço da Cachoeira da Proa, afinal o dia estava quente!

(Cachoeira da Proa)
Fim do dia voltamos para o camping descansar porque no dia seguinte iríamos visitar outro complexo. Logo de manhã uma pequena surpresa no camping! Uma aranha nada simpática estava no banheiro feminino e pude ver o tamanho dela quando ela foi afugentada de lá. Abaixo duas fotos para registro.





Passado este susto, entramos no carro e fomos em direção ao Complexo da Fumaça. Partindo do Centro da cidade são 7 Km até este complexo. Ao chegar existe uma boa área para estacionar o carro e começar a fazer a trilha, que assim como o Complexo Zilda, são bem fáceis de se fazer. Assim que chegamos lá temos a vista de longe da Cachoeira Véu da Noiva.

(vista da Cachoeira Véu da Noiva)

A trilha segue fácil até um ponto em que tínhamos que atravessar o rio. Fizemos com cautela para não escorregar na pedra.

(atravessando o rio)

Andando mais uns 2 minutos de trilha e chegamos a Cachoeira da Fumaça.



ATENÇÃO! A Cachoeira da Fumaça é apenas para ser observada e fotografada, não nade pois a água é poluída (esgoto do município que não é tratado).


Infelizmente não podemos desfrutar mais dela além da foto, uma pena para um grande atrativo da região.

(Cachoeira da Fumaça)

Passado o momento de tristeza, fomos em direção a Cachoeira Véu da Noiva.

(Cachoeira Véu da Noiva)

Existem alguns pontos que podemos visualizar a cachoeira por completo. Como o volume de água não estava grande, chegamos por cima da cachoeira, onde pudemos observar a Cachoeira da Fumaça de cima. Espetacular!

(vista de cima da Cachoeira Véu da Noiva)

Apreciar uma vista assim não tem preço!

(vista de cima da Cachoeira Véu da Noiva)

Retornamos ao final do dia para o camping, pois dia seguinte iríamos visitar o Complexo Vargem Grande. Saindo do Centro de Carrancas são 8 quilômetros até o Complexo da Vargem. É um dos complexos com menos atrativos, mas é um dos mais bonitos. Há placas pela estrada sinalizando “Esmeralda”, sendo fácil de encontrar o complexo. Chegado lá, há uma grande casa onde é cobrado uma taxa no valor de R$ 3,00 por pessoa para entrar no complexo, e onde se estaciona o carro.

O complexo possui ótimos pontos para banho, como esta piscina natural em que fizemos nossa primeira parada.

(piscina natural)

Depois continuamos subindo pela margem direita da corredeira e seguimos na trilha até avistar o poço da esmeralda de cima, uma bela vista antes de encontrar a cachoeira

(poço da Esmeralda visto de cima)

Retornamos pela trilha e descemos até um ponto que tinha uma placa escrito "Esmeralda", dali margeamos pelo rio até finalmente encontrar a cachoeira.

(Cachoeira Esmeralda)

Ela não estava com o volume de água que esperávamos, mas mesmo assim dá para notar a beleza deste lugar. No poço deve-se tomar cuidado pois há vários pontos em que não dá pé.

Depois de aproveitar este ponto, fomos embora antes que escurecesse e ainda conseguimos nos deparar com este por do Sol.

(por do Sol na volta da trilha)

Mais um dia encerrado! Saímos do camping perto do Escorregador da Zilda e fomos em direção ao Complexo da Ponte ainda de noite. Lá existe um camping mais estruturado chamado camping da Ponte. Este camping possui uma vasta área de gramado para se colocar a barraca e é cobrado um valor de 15 reais por pessoa, além de ainda ter barzinho no centro que vende porções, refrigerante,  e um PF (prato feito) por 8 reais. Comparado ao outro camping, este era artigo de luxo!

Dia seguinte, fomos visitar o Complexo da Ponte, que se inicia do lado do camping. É cobrado um valor de 3 reais para entrar e após caminharmos por 10 minutos, fomos conhecer a primeira cachoeira, chamada de Cachoeira Salomão, também conhecida pelo nome de Cachoeira do Tico-tico.

Como não estava com o volume de água muito grande, deu para subir um degrau e tirar uma foto. Ela é ótima para se banhar e o poço não é muito fundo.

(Cachoeira Salomão)

Destaque também para as libélulas que vivem no entorno da cachoeira, nunca tinha visto uma desta cor.


Depois desta linda cachoeira, por mais 5 minutos de caminhada se chega a Cachoeira do Moinho. Assim como a do Salomão, se dá para chegar em cima dela e por baixo, um ótimo lugar para se tomar uma ducha e massagear suas costas.

(Cachoeira do Moinho)

Também existe uma pedra que se dá para sentar e aprecia a cachoeira para quem não gosta de lugares fundos demais.


Assim que subimos, perguntamos a uma pessoa se teria mais um atrativo para conhecer e soubemos que se continuássemos a trilha nós iríamos conhecer o Poço da Canoa. Então seguimos a trilha, atravessamos um portão de madeira em direção a este poço que fica situado no Complexo do Tira Prosa.

(trilha para o Complexo Tira Prosa)
Este complexo é o menos conhecido dos atrativos de Carrancas, porém é surpreendente!

Após uns 15 minutos de caminhada na trilha desviando de algumas fezes de gado, encontramos este poço onde as pessoas estavam nadando e se banhando.



Subindo mais um pouquinho chegamos em cima da Cachoeira do Tira Prosa que tem esse nome em homenagem a Sebastião Guimarães Monteiro, que morava perto da trilha de acesso ao poço e adorava tirar uma prosa com os visitantes.

(Cachoeira do Tira Prosa)

Subindo um pouco mais o rio, por cerca de 10 minutos chegamos finalmente ao Poço da Canoa! Este poço nada mais é que uma fenda na rocha em forma de canoa, como se fosse um mini-lago.

(Poço da Canoa)

Não esperávamos na verdade que fosse tão bonito e me surpreendeu que não fosse tão conhecido assim. As águas claras junto com a sombra das árvores dão um toque especial junto a este poço. Ótimo lugar para relaxar.

Relaxar neste lugar não tem preço! #lifeaholic

(Poço da Canoa)

Ficou faltando apenas o Complexo da Toca onde fica o Poço do Coração, quem sabe numa próxima visita!

Com isso chego ao fim da postagem. Espero que tenham gostado!

Segue abaixo alguns outros atrativos em Carrancas:

- Complexo da Toca (Escorregador da Toca, a Gruta da Toca e o Poço do Coração)


Até a próxima aventura!

8 comentários:

  1. Respostas
    1. Com certeza, este lugar é magnífico e ainda pouco explorado. Ótimo lugar para se conhecer com os amigos.

      Excluir
  2. Ótimo post parabéns! Gostei de "conhecer" Carrancas! ;)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado Mariane! Espero que goste dos próximos posts de minhas viagens.

      Excluir
  3. Ótimo post!!! Então é tranquilo fazer essas trilhas sem guia? Elas são bem demarcadas e sinalizadas?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado Deise! As trilhas são fáceis de se fazer e não há necessidade de guia, apesar de não haver muitas placas. Acredito que seja melhor ir de carro porque os complexos são distantes uns dos outros e facilitaria a sua viagem.

      Excluir
  4. Ótima postagem. Na próxima viagem não deixe de conhecer a Racha da Zilda e a cachoeira da Onça.
    Estranhei o complexo da Ponte estar cobrando. Mas vale a pena.
    Muito bom relato sobre o lugar.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado pelo comentário. Da próxima vez com certeza visitarei estes lugares, pois existem muitas cachoeiras e nem sempre dá para visitar tudo.
      Grande abraço!

      Excluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...