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domingo, 10 de janeiro de 2016

Natal

(Fonte: Google)

Natal é um município brasileiro, capital do estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Com uma área de aproximadamente 170 km², é a segunda capital brasileira com a menor área territorial (maior apenas que Vitória, capital do Espírito Santo).

Devido a cidade ter o céu ensolarado em grande parte do ano, Natal também é chamada de Cidade do Sol. O lugar também é conhecido por suas belezas naturais como as praias, dunas, lagoas e importantes monumentos, parques e museus.

Considerada a capital que possui o ar mais puro da América do Sul, Natal possui um dos mais belos litorais do Brasil, que se estende por mais de 400 km, além de um povo hospitaleiro que recebe os visitantes de braços abertos.



Até o ano 1000, aproximadamente, a região do atual município de Natal era habitada por povos indígenas tapuias. Nessa época, a região foi invadida por povos tupis procedentes da Amazônia, os quais expulsaram os tapuias para o interior do continente. No século XVI, a região era habitada por um desses povos tupis, os potiguaras.

A partir de 1535, a história da Capitania do Rio Grande do Norte teve início com a chegada de uma frota comandada por Aires da Cunha, a serviço do donatário João de Barros e do Rei de Portugal. O objetivo era colonizar as terras da região, tarefa esta dificultada pela forte resistência dos indígenas potiguaras e dos piratas franceses que traficavam pau-brasil. 

Em 25 de dezembro de 1597, uma nova esquadra comandada por Manuel Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque entrava na barra do Rio Potengi. A primeira providência adotada pelos expedicionários foi tomar precauções contra os ataques indígenas e dos corsários franceses. Doze dias depois da chegada, no dia 6 de janeiro de 1598, começaram a construção de um forte sobre os arrecifes situados nas redondezas da chamada Boca da Barra. A edificação foi chamada de Fortaleza da Barra do Rio Grande (também chamada de Forte dos Reis Magos) e foi concluída no dia 24 de junho do mesmo ano. Nas circunvizinhanças, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foi chamado de "Cidade dos Reis". Tempos depois, o povoado mudou de nome, passando a se chamar "Cidade do Natal".

(Fortaleza da Barra do Rio Grande ou Forte dos Reis Magos - Fonte: Google)

Após a expulsão dos franceses e a construção de uma fortaleza, ainda restava fundar uma cidade. Devido à destruição de documentos por holandeses, a história de fundação da capital potiguar foi perdida. Há uma luta entre historiadores potiguares para reconstituir esse acontecimento, porém ela tem gerado controvérsias no que se refere aos tempos. Por isso, não se sabe ao certo quem fundou Natal. Uma das versões afirma que ela foi fundada após Manuel Mascarenhas Homem ter designado Jerônimo de Albuquerque como comandante da fortaleza, que depois seguiria à Bahia para prestar contas da missão desempenhada. Avanços de pesquisas já comprovaram que Mascarenhas não designou Jerônimo para poder exercer a função de capitão-mor do Rio Grande e que ele não se encontrava presente na data da fundação da cidade, não podendo, portanto, ser considerado como fundador de Natal, porém, sabe-se que a data de fundação da cidade é 25 de dezembro de 1599. Outra hipótese ainda afirma que Natal foi fundada por João Rodrigues Colaço, e depois da fundação teria sido celebrada uma missa no local que corresponde à atual Praça André de Albuquerque.

(Praça André de Albuquerque - Fonte: Google)

Com a presença neerlandesa da Companhia das Índias Ocidentais na região, a vida da cidade começou a evoluir. A fortaleza, que antes era de taipa, passou a ser de alvenaria e a se chamar Forte de Kenlen. Natal, então, virou Nova Amsterdã, durante o período da invasão holandesa, compreendida entre 1633 e 1654.

Seu crescimento foi acentuadamente lento nos primeiros séculos de sua existência. Segundo o historiador Câmara Cascudo, Natal tinha apenas 6.393 habitantes no final de 1805, passando para mais de dezesseis mil pessoas no final do século XIX. Somente a partir de 1922 a cidade começou a se desenvolver em ritmo mais acelerado. Além do crescimento, a cidade também começou a ter destaque na história da aviação: hidroaviões começaram a aterrissar sobre as águas do Rio Potenji. Mais tarde, foi a vez dos aviões, que pousavam em um campo de terra firme. A primeira esquadrilha a chegar em Natal e aterrissar sobre o rio Potenji foi a do exército dos Estados Unidos, em 1927, comandada pelo major Herbert Dangue.

Em 1935, a cidade foi alvo de rebelião e violência com a Intentona Comunista, liderada principalmente por comunistas. Essa rebelião foi gerada principalmente por setores da população descontentes com a atuação de Mário Câmara, governador do Rio Grande do Norte na época. Durante esse movimento revolucionário, a população da natalense passou por grandes dificuldades, pois várias pessoas foram assassinadas e algumas das agências bancárias, armazéns e lojas saqueadas pelos rebeldes. Enquanto isso, nas cidades de Recife (capital de Pernambuco) e Rio de Janeiro (capital federal da época), o movimento saiu sem obter sucesso, provocando o abandono de Natal pelos rebeldes, que deslocaram rumo à região do Seridó.

Como a cidade de Natal é uma das cidades brasileiras mais próximas do continente europeu e do norte da África, desde a Segunda Guerra Mundial a cidade passou a ser destaque na história da aviação. Com o advento da Segunda Guerra Mundial, a cidade continuou seu ritmo de crescimento e evoluiu com a presença de contingentes militares brasileiros e aliados (particularmente norte-americanos), consumando-se o seu progresso com a construção das bases aérea e naval, local de onde as tropas partiam para o patrulhamento e para a batalha na defesa do Atlântico Sul, e na realização das campanhas militares no norte da África. Em 1942, durante a Operação Tocha, vários aviões de países aliados se abasteceram em Natal, no lugar em que foi o Aeroporto Internacional Augusto Severo. Ao mesmo tempo o Departamento de Guerra dos Estados Unidos classificou a cidade como "um dos quatro pontos mais estratégicos do mundo".

(vista da Base Americana em Natal em 1944 - Fonte: Google)

Em 28 de janeiro de 1943, foi a vez de Natal ser a sede de uma conferência, que contou com a participação de Getúlio Vargas (presidente do Brasil) e Franklin Delano Roosevelt (presidente dos Estados Unidos). Nessa mesma data, houve um acordo sobre a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, iniciou-se a construção de uma base aérea estadunidense, que mais tarde viria a receber o nome de "Trampolim da Vitória", atualmente localizada em Parnamirim. 

Depois disso, a cidade não parou de crescer e, ano aniversário de quatrocentos anos da cidade, em 1999, Natal detinha já um número de setecentos mil habitantes. Atualmente, é uma cidade moderna, que apresenta alguns dos melhores índices socioeconômicos do Nordeste brasileiro, uma das menores desigualdades sociais do país e uma economia moderna e dinâmica. Atravessada pelo Rio Potenji, que separa a zona norte das demais zonas da cidade, Natal realçou sua beleza e se tornou cada vez mais moderna e diferente das demais capitais da região Nordeste, com as suas avenidas e ruas largas, especialmente nos bairros de Tirol e Petrópolis.



- Fundada em um dia de Natal, em 25 de dezembro de 1599, o nome do município tem origem no latim natale (algo como "local de nascimento") e, segundo escritores, tem ligação direta com a data de fundação da cidade. Há duas teses sobre a fundação da cidade: a primeira diz respeito ao o sítio primitivo demarcado por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599, e a outra é que um capitão chamado Manuel Mascarenhas chegou ao local com a missão de construir um forte e uma cidade para assim fortalecer a posição de Portugal e afastar qualquer possibilidade de invasão.

- Com aproximadamente três mil horas de insolação por ano (a maior dentre as capitais brasileiras), Natal possui o título de Cidade do Sol em função de sua elevada luminosidade solar. Já o ar natalense, segundo estudo feito pela NASA, é o mais puro de todo o continente americano.

- Natal é a “Capital Mundial do Buggy"!!! A cidade possui a maior frota de buggys do Brasil e do mundo, onde podem ser feitos passeios de buggy (com ou sem emoção) por dunas, praias e lagoas, sendo portanto uma das maiores atrações turísticas de Natal.


(buggys em Natal - Fonte: Google)


- Reconhecido pela UNESCO como parte integrante da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Brasileira, o Parque Estadual Dunas do Natal (ou Parque das Dunas) é considerado o maior parque urbano sobre dunas do Brasil. 




- Com uma área de 1.172 hectares, o Parque das Dunas exerce fundamental importância para a qualidade de vida da população natalense, contribuindo tanto na recarga do lençol freático da cidade, quanto na purificação do ar. 


vista do Parque Estadual Dunas do Natal ou Parque das Dunas - Fonte: Google

- Historicamente, a cidade teve grande importância durante a Segunda Guerra Mundial em 1942 durante a Operação Tocha, já que os aviões da base aliada americana se abasteciam com combustível no lugar onde durante muito tempo foi o Aeroporto Internacional Augusto Severo. Assim, o lugar foi classificado como "um dos quatro pontos mais estratégicos do mundo" pelo Departamento de Guerra dos EUA, junto com Suez, Gibraltar e Bósforo. 



O clima de Natal é o tropical chuvoso quente com verão seco, com temperatura média anual de 26 °C, podendo chegar a 30 °C no verão. Devido à sua localização no litoral, o efeito da maritimidade é intenso e ocasiona amplitudes térmicas relativamente baixas. 


O índice pluviométrico médio é de 1.465 mm/ano, concentrados entre os meses de março e julho, sendo abril o mês de maior precipitação (265 mm). Ventos mais fortes acontecem especialmente entre os meses de agosto e outubro e é ideal para a prática de esportes.



Há uma grande quantidade de pousadas e hotéis em Natal para se hospedar e as opções variam conforme o que pretende gastar. Além disso, existem algumas opções caso prefira alugar uma casa para hospedagem. Um ótimo site com opções se encontra neste link: www.booking.com


O verão é a melhor época para curtir as praias e o burburinho de Natal e seus arredores. Em dezembro e janeiro acontecem as principais festas da cidade, como o Carnatal e os tradicionais festejos religiosos como a Folia de Santos Reis. A região tem sol e calor boa parte do ano, sendo o período de chuvas entre março e julho.



Trajes de banho é essencial para quem quer aproveitar as belas praias da região. Além disso é imprescindível o uso de protetor solar e óculos escuros. 




Resultado de imagem para natal wiki
(Fonte: Google)

De maneira geral existem 3 formas de se chegar até Natal:

  • Carro: Natal está a 185 km de João Pessoa, capital da Paraíba. A viagem deve seguir pela BR-101, passando pelas cidades litorâneas. Já para quem sai de Fortaleza, o principal acesso é pela CE-040.

  • Avião: existem voos diários regulares para Natal, destacando as companhias Gol, TAM, Avianca e Azul.

  • Ônibus: O Terminal Rodoviário de Natal é outra opção para quem quer chegar à cidade do sol. Empresas como a São Geraldo e a Itapemirim fazem o trajeto de diferentes capitais brasileiras. 






Natal é um dos lugares em que você terá sempre bons lugares e passeios para fazer. Por ser uma capital que grande parte do ano faz sol, dificilmente viajando para lá você se decepcionará com o tempo.

Nossa partida foi de avião do Rio de Janeiro para Natal. Assim que chegamos já tínhamos alugado um apartamento por um dia, pois a pousada que iríamos nos hospedar não tinha vaga para o dia que chegaríamos. Sem problemas, já que no apartamento tinha uma boa piscininha para aproveitar um belo dia de sol. =)





Passamos a manhã aproveitando e relaxando a boa piscina, já que a viagem cansa um pouco né!? Mas de tarde era hora de curtir um pouco a cidade e então fomos caminhando até a famosa praia da Ponta Negra. Quase chegando na praia já dava para visualizar o Morro do Careca

(vista do Morro do Careca)

Só faltava mais uma descidinha de ladeira e enfim chegamos na praia!!!


(praia de Ponta Negra)

Não era difícil visualizar da praia o Morro do Careca. Este nome foi dado devido a uma parte do morro não ter vegetação, se assemelhando a uma cabeça careca.


(vista do Morro do Careca da praia de Ponta Negra)

Era hora de tirar a foto de todo o grupo!!!




Entre um sol aqui e outro ali, por que não caminhar até o Morro do Careca? Então lá fomos nós até ele.


(Morro do Careca)

Fomos margeando a costa, andando pela areia até que encontramos esta placa.





Estávamos curiosos para saber o que poderia ter do outro lado e ignoramos as placas (sim, não é correto). Conforme estávamos prosseguindo, vimos algumas pessoas indo para o lado contrário até que perguntamos o que seria. O pessoal da aeronautica estava tirando os banhistas de lá, ou seja, não éramos os únicos curiosos e que queria aproveitar o outro lado da praia.

Decidimos prosseguir e qualquer coisa voltaríamos por ordem dos militares. Para a nossa sorte eles já tinham ido embora e fomos premiados com este belo lugar.





Aí a praia virou o nosso parque de diversão!! Continuamos seguindo até onde haviam pedras próximas a arrebentação, criando algumas piscinas naturais como esta.




Não éramos os únicos aproveitando essa piscina, os peixes também tinham este direito.




O tempo infelizmente era curto, pois o sol já estava baixando.




Mas antes de sair do lugar, uma foto dessa linda praia.




Era hora de curtir o pôr do sol e apreciar a vista da cidade.




Que vida mais ou menos hein.




E com esta fechamos a última imagem do nosso dia, mas amanhã teria mais.





Era hora de acordar e se mudar. Fomos para a pousada La Luna, uma ótima pousada localizada em frente a praia. Indico a todos que desejam ter uma hospedagem simples e aconchegante. Segue o site: http://www.pousadalaluna.com.br/

(vista da pousada La Luna)
Era o dia de curtir mais uma piscininha com o pessoal.



Por que não juntar o pessoal para tirar um foto!?



Hora de tomar uma cervejinha e jogar um carteado.



TRUCO!!!



Depois de ganhar algumas partidas (hehehe), era hora de almoçar entre amigos.



Com o passar da tarde ao ver uns coqueiros perguntei se poderia pegar uns côcos para beber e então lá fui eu.



Agora sim todos com côcos em mãos, hora de beber.



Assim foi nossa tarde na pousada, à noite era dia de festinha do Congresso que estávamos participando.



Terceiro dia se encaminhando e era hora de fazer mais passeios turísticos. Assim pegamos um ônibus em direção a Pirangi para visitar ao maior cajueiro do mundo.



Chegando lá já dava para ter noção do tamanho.

(maior cajueiro do mundo)

A árvore cobre uma área de aproximadamente 8500 m², com um perímetro de aproximadamente 500 m e produz cerca de 70 a 80 mil cajus na safra, o equivalente a 2,5 toneladas. O seu tamanho é o equivalente a 70 cajueiros.O crescimento da árvore é explicado pela conjunção de duas anomalias genéticas, fazendo os galhos crescerem para os lados, se curvando para baixo e alcançando o solo e criando raízes para a crescer novamente, como se fossem troncos de uma outra árvore. A repetição desse processo causa a impressão de que existem vários cajueiros, mas na realidade trata-se de dois cajueiros. O maior, que sofre da mencionada anomalia, cobre aproximadamente 95% da área do parque; existe também um outro cajueiro, plantado alguns poucos anos antes, que não sofre da anomalia.

Era quase impossível de acreditar que era um cajueiro só. Entrando lá era como se fosse entrar em um labirinto de galhos e folhas.



Durante o passeio era possível descansar e apreciar que tudo aquilo era originário de apenas um cajueiro.



Neste ponto era o caule principal de onde se originou o cajueiro. O tronco principal divide-se em cinco galhos, onde quatro desses galhos sofreram a alteração genética e deram origem ao gigantismo da árvore. O galho normal como tem o tamanho menor, os habitantes do local apelidaram-o de "Salário Mínimo".



Caminhando pelo local a gente se deparava com alguns galhos no meio do trajeto. Azar para eu que sou alto né!?



Vai um caju aí?? hehehe



Terminando o passeio, ainda existia uma escada que dava em um mirante, onde tínhamos visão panorâmica do cajueiro e seu tamanho.

(vista panorâmica do cajueiro)

Ao final do passeio, por que não tomar um refrigerante feito de caju? Para minha surpresa era bem gostoso.

(refrigerante de caju São Geraldo)

Já que estávamos perto, fomos até a praia de Pirangi do Norte.

(praia de Pirangi do Norte)

Chegando lá, aproveitamos um pouco da tarde em Pirangi.



Nela tinha um píer e resolvemos conferir a vista de lá.



No final do píer com esta vista do  mar, meus amigos até brincaram de Titanic. hahahaha



Hora de voltar para Natal e curtir um churrasco na pousada com os amigos que estavam no congresso.


Era mais um dia encerrado. Dia seguinte fomos até o famoso Forte dos Reis Magos, uma edificação militar histórica de Natal. Pegamos um ônibus em direção a barra do rio Potengi, próximo à Ponte Newton Navarro. Descemos na praia do Forte e fomos caminhando até o local.

(Forte dos Reis Magos visto da praia do Forte)

Chegando lá dava para ver as pedras que amorteciam as ondas da praia.



Entrando no forte a gente via todo o espaço interno que era bem aberto e arejado.



Nesta capela ficavam os reis magos. O forte recebeu este nome em função da data de início da sua construção, 6 de janeiro de 1598, dia de Reis pelo calendário católico.

(os reis magos dentro do forte)

Subindo as escadas tinha uma pequena exposição sobre a história do forte.



Em outra subida, chegamos em cima dele e dava para ter uma bela vista da praia do Forte.



Agora uma pergunta, como faziam para entrar e ficar de guarda neste forte? Os altos não tem vez aqui.



Não só a vista da parte externa era bonita, mas ver a construção de cima também tinha sua beleza.




Era hora de voltar e se arrumar porque a noite era de samba!!



Então vamos sambar, o mestre sala e a porta bandeira. =)



No final ainda tinha uma apresentação indígena.



E de capoeira.



Fim de festa, então fomos andar pela noite de Ponta Negra e nos deparamos com um hostel dentro de um castelo medieval, o Hostel Lua Cheia. Apesar de estar fechado parece ser bem interessante o lugar.

(Hostel Lua Cheia)


Do lado tinha um curioso chafariz....hahaha.



Ainda passamos perto de uma casa de forró chamada Rastapé, que tinha um curioso cartaz na porta, se é que me entende.



Próximo dia era dia de passeio até Pipa!!! Um passeio de van que custava em torno de 30 a 50 reais por pessoa, dependendo de quantas pessoas iriam na van.



Primeira parada: Lagoa Guaraíba.

(lagoa Guaraíba)


O lugar era realmente lindo, uma ótima maneira de começar o passeio.



Hora da foto em grupo!!



Próxima parada era a linda praia de Cacimbinhas e suas falésias.

(praia de Cacimbinhas)

O visual era incomparável.



Hora da foto em grupo!!



Depois de alguma boas fotos fomos finalmente para Pipa.

(praia de Pipa)

A praia de Pipa tinha o seu charme, que lugar bonito! Uma ótima parada para descanso.



Uma caminhadinha nesta praia não seria nada ruim né, além do mais existia a praia do Amor, uma praia muito famosa aqui na região, então fomos caminhando até lá.



A cada passo era uma paisagem diferente, porém bonita.



Depois de uns 20 minutos de caminhada, finalmente passamos pela praia do Amor, porém era necessário ver a praia de cima para visualizar o coração. Então era hora de subir um "pequeno" degrau.



A subida deu um certo cansaço, mas nada que atrapalhasse o bom humor, afinal a vista compensou.

(praia do Amor)

A praia do Amor tem este nome devido ao formato dela que lembra um coração.



Hora de voltar, pois a fome já estava incomodando. Nos reunimos novamente para bater um bom prato no Restaurante Caxangá. Um restaurante a beira da praia de Pipa com ótimas opções de comida.

(vista do Restaurante Caxangá)

Hora da comida, huuuummm...



Entre o almoço e o bate papo, veio um rapaz oferecendo serviço em azulejos, onde pintava na hora fazendo desenhos das praias da região.



O trabalho ficou tão bom que comprei dois, um de Ponta Negra e o Morro do Careca e o outro da praia do Amor.

(azulejo artesanal à esquerda de Ponta Negra e o Morro do Careca e à direita a praia do Amor)

Última parada do nosso passeio era a praia do Madeiro, uma das praias mais famosas de Pipa que recebe uma visita quase diária de golfinhos. Ao chegarmos lá nos deparamos com um jegue feito de madeira, vai uma cavalgada aí?



Para descer até a praia é necessário descer inúmeros degraus, o que dificulta o acesso. Já desci neles pensando na volta na qual teria que subir todos eles. Pelo menos a primeira vista já era compensadora. 

(praia do Madeiro)

A Praia do Madeiro é provavelmente a mais famosa e uma das mais bonitas de Pipa. O ponto negativo era que consumir nas barracas, pois o preço das coisas era bem caro. Nem preciso falar que não consumi nada né!? hehehe

(praia do Madeiro)

Hora de dar um mergulho né!?



Não tardou muito e logo vimos de longe os golfinhos, era um dia de sorte! Por um acaso fomos andando pela praia e um deles veio rapidamente até a beira do mar e voltou, porém infelizmente não consegui tirar uma foto, mas fica aqui meu registro dele no mar.



Pode mais uma foto deles? =)



Na hora de ir embora, haja degraus!!! Chegamos cansados, mas resolvemos tirar uma foto dos sobreviventes.



Tinha sido um dia e tanto, mas o dia não se encerrava por aí. Era hora de voltar e curtir a última festa.



Último dia em Natal. Fizemos tanta coisa boa que já estava começando a sentir saudades, mas hoje seria um dia para fechar com chave de ouro!!! Então por isso resolvi acordar bem cedo e ver o nascer do Sol de Ponta Negra. O Sol nascia no mar e embelezava a praia. Era a promessa que hoje seria um dia e tanto.



Então vamos aproveitar o dia fazendo mais um passeio! Desta vez iríamos visitar as dunas de Genipabu, situado no Parque Turístico Ecológico Dunas de Genipabu. Era hora de pegar o buggy e fazer o passeio. Este passeio custou 50 reais por pessoa. Dava para escolher antes se o passeio deveria ser com emoção ou sem emoção, ou seja, com emoção ele além de andar pelas dunas, ele iria fazer manobras bem radicais e sem emoção ele iria normalmente sem manobras bruscas. É claro que escolhemos com emoção!!!



Para chegar até lá, passamos pela Ponte Newton Navarro, aquela que fica perto do Forte dos Reis Magos.

(Ponte Newton Navarro)


Nossa primeira parada era curtir a Lagoa de Genipabu, um oásis em meio as dunas.

(Lagoa de Genipabu)

Do outro lado das dunas dava para ver a praia e as casas e pousadas de Genipabu.



Ali era possível ver dromedários e até fazer um passeio pago em cima dele, mas não foi o meu caso.

(dromedários em Genipabu)

Era hora de continuar o passeio com emoção.



Passamos em frente a praia de Genipabu, outra praia bem bonita, porém nesta não ficamos.



Mas nossa foto na praia não podia faltar...hehe.



Para continuar o passeio, teríamos que atravessar o buggy por um pequeno rio. Então pegamos esta pequena embarcação.



Mais uma parada, Lagoa de Pitangui.



E neste calor uma cervejinha não ia cair nada mal né!?



Hora de foto do grupo!!




Voltamos para o nosso possante, vamos continuar o passeio...




Depois de idas e vindas com as manobras do bugreiro (passeio com emoção). Paramos em um ponto que mais parecia um deserto, um lugar que só tinha areia.




Tirei até uma panorâmica para registrar o lugar.




Dentre os muitos lugares que passamos, tinha uma casa completamente tomada pela areia. Isto se deve pelo movimento das dunas, que constantemente mudam seu formato, tamanho e direção pela ação do vento. Coitada da família que devia viver ali.



O passeio ainda não tinha acabado, faltava mais emoção e então chegamos até a uma outra lagoa que tinham algumas práticas esportivas como o Kamikaze, ou seja, um super tobogã na lona que desce e que termina na água.

(descida no kamizake)

Com a adrenalina lá em cima, eu queria era mais aventura, então lá fui eu na tiroleza.



Uhuuuullll




Ainda tinha uma "jangadeiros" que pegavam o pessoal da água e levavam até um "trenzinho" que levava todo mundo até em cima de novo.





Cada atividade (tirolesa ou kamikaze) custava em torno de 10 reais, um preço acessível. Terminando o passeio a última praia antes de voltar para Natal era bem bonita, porém não me lembro o nome desta. =/




Hora de voltar!!! Pegamos o buggy de volta em direção a Natal, porém o destino nos reservava mais uma emoção. O buggy teve problema no motor no meio do caminho.



Que má sorte hein...



Já que não tínhamos o que fazer, o jeito era tirar foto do lugar.




Perdemos uns 40 minutos no conserto, mas finalmente voltamos para casa, não sem antes passar em um pequeno mercado de artesanato, a Feirinha de Artesanato de Ponta Negra.




Para terminar o dia, a lua cheia veio nos presentear, era mesmo para fechar mais uma viagem maravilhosa. Infelizmente ainda não tenho câmera profissional para fazer boas fotos da lua, mas o que vale é a intenção né!?




O que sobrava era voltar para casa com a última foto do grupo, e começar a ter saudades de Natal, da viagem, e do pessoal hospitaleiro.




Mais uma viagem pra conta, mas para ela terminar bem, temos que ter uma foto engraçada né!? Então vimos um rapaz dormindo bem estranho e resolvemos tirar uma foto para rir um pouco, olha só.




Com isso chego ao fim da postagem. Espero que tenham gostado!


Segue abaixo alguns outros atrativos próximos de Natal que infelizmente não tive a oportunidade de visitar, mas deixa para a próxima oportunidade:

- Maracajaú (mergulho)
- Barra do Punaú




Até a próxima aventura!



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