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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Foz do Iguaçu

(Fonte: Google)

Foz do Iguaçu é um município brasileiro localizado no extremo oeste do estado do Paraná, Brasil. Com 263.782 habitantes, a cidade tem uma temperatura média anual de 20,4°C e sua vegetação típica é a Mata Atlântica e Cerrado.

Conhecida internacionalmente pelas Cataratas do Iguaçu, uma das 7 Maravilhas da Natureza, e pela Usina Hidrelétrica de Itaipu, a principal usina hidrelétrica do país e considerada uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno, é o terceiro destino de turistas estrangeiros que vem ao país e o primeiro de toda a região Sul. 

Iguaçu é topônimo indígena, podendo ser decomposto originalmente em Y (água) e guazú (grande), ocorrendo, por acréscimo de uma vogal, a atual denominação. Seus moradores são designados usualmente pelo gentílico iguaçuenses



Pesquisas arqueológicas realizadas pela Universidade Federal do Paraná no espaço brasileiro do reservatório de Itaipu, antes de sua formação, situaram em 6.000 a.C. os vestígios da mais remota presença humana na região. Os últimos que precederam os europeus (espanhóis e portugueses) foram os índios. Em 1542, o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca chegou ao rio Iguaçu e por ele seguiu guiado por índios Caingangues, atingindo as Cataratas e batizando o Paraguai, sendo registrado como o "descobridor" das Cataratas.

Em 1881 Foz do Iguaçu recebeu seus dois primeiros habitantes: o brasileiro Pedro Martins da Silva e o espanhol Manuel González. Pouco depois chegaram os irmãos Goycochéa, que iniciaram a exploração da erva-mate. 

Em 1889, a expedição do Engenheiro e Tenente José Joaquim Firmino chegou a Foz do Iguaçu e foi levantada a população local, identificando 324 pessoas, em sua maioria paraguaios e argentinos, mas havia também a presença de espanhóis e ingleses dedicados à extração da erva-mate e da madeira, exportadas via rio Paraná. Em 22 de novembro do mesmo ano, o Tenente Antônio Batista da Costa Júnior e o Sargento José Maria de Brito fundaram a Colônia Militar, que tinha competência para distribuir terrenos a colonos interessados.

(Colônia Militar de Foz do Iguaçu - Fonte: Google)

Nos primeiros anos do século XX a população de Foz do Iguaçu chegou a aproximadamente 2.000 pessoas e o vilarejo dispunha de uma hospedaria, quatro mercearias, um rústico quartel militar, mesa de rendas e estação telegráfica, engenhos de açúcar e cachaça e uma agricultura de subsistência.

Em 1910 a Colônia Militar passou à condição de Vila Iguassu, distrito do município de Guarapuava e dois anos depois, o Ministro da Guerra emancipou a Colônia tornando-a um povoamento civil entregue aos cuidados do governo do Paraná, que criou então a Coletoria Estadual da Vila. Em 14 de março de 1914, pela Lei 1.383, foi criado o município de Vila Iguassu, instalado efetivamente no dia 10 de junho do mesmo ano, com a posse do primeiro prefeito, Jorge Schimmelpfeng, e da primeira Câmara de Vereadores. O município passou a denominar-se Foz do Iguaçu em 1918.

Em 1924 os revoltosos da Coluna Prestes saíram da capital paulista iniciando sua marcha pelo interior do estado na direção sudoeste. Ao ingressar no Paraná, conquistaram muitas cidades fronteiriças ao Paraguai e estabeleceram seu quartel-general em Foz do Iguaçu. Permaneceram até 1925, quando atravessaram o rio Paraná penetrando no Paraguai rumo a Mato Grosso.

Com a inauguração da Ponte Internacional da Amizade (Brasil - Paraguai) em 1965 e inauguração da BR-277, ligando Foz do Iguaçu a Curitiba e ao litoral, em 1969, Foz do Iguaçu teve seu desenvolvimento acelerado, intensificando seu comércio, principalmente com a cidade paraguaia de Ciudad del Este.

A construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu, iniciada na década de 1970, causou fortes impactos em toda a região, aumentando consideravelmente o contingente populacional do município, passando de 33.970 habitantes em 1970 para 136.320 habitantes em 1980, registrando um crescimento de 385%. O Censo de 2010 indicou uma população de 256.081 habitantes.


PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU

A descoberta das Cataratas do Iguaçu se deu no ano de 1542, quando o espanhol Alvar Nuñez, nomeado Governador do Paraguai, seguia viagem rumo à cidade de Assunção e se deparou com a grandiosidade das Cataratas. Ele foi o primeiro europeu a conhecer a região, onde na época viviam apenas os índios tupi-guaranis. 

No ano de 1876, o engenheiro André Rebouças fez a primeira proposta ao Imperador D. Pedro II sobre a criação de um Parque Nacional, mas somente em 1916, após Santos Dumont conhecer as Cataratas do Rio Iguaçu e ficar muito impressionado com a sua beleza, que pressionou com o seu prestígio o então governador do Paraná, Afonso Camargo, para que ali fosse criado um Parque Nacional. O local que era então uma propriedade particular, é declarado local de interesse público. Em 1930, foi ampliada a área desapropriada em 1916, para criar o Parque Nacional do Iguaçu.

Paralelamente a construção do parque brasileiro, foi construído no lado argentino em 1934 o Parque Nacional Iguazú, localizado ao norte da província de Misiones, e com aproximadamente de 67.000 hectares. Sua entrada está a 7 km da cidade argentina de Puerto Iguazú.



O Parque Nacional do Iguaçu (brasileiro) foi efetivamente criado em 10 de janeiro de 1939, através do Decreto-Lei nº 1.035 do então Presidente da República, Getúlio Vargas. Em 17 de Novembro de 1986, recebeu a distinção, concedida pela UNESCO, de Patrimônio Natural da Humanidade. 

Em 1994 os decretos nº 6506 de 17 de maio e de nº 6587 de 14 de junho consolidam e ampliam a área do Parque Nacional dando-lhes os limites propostos pelo chefe da seção de Parques Nacionais, que hoje são de 185.000 hectares.O parque teve seu primeiro Plano de Manejo elaborado em 1981, tendo sido revisado somente no ano de 1999. 



O Parque Nacional do Iguaçu se tornou uma área protegida brasileira, do grupo das Unidades de Conservação. Está localizado na região Extremo Oeste Paranaense, a 17 km do centro da cidade de Foz do Iguaçu e a apenas 5 km do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu. O Parque Nacional tem uma área total de 169.695,88 hectares (1.697 k), e nele se encontra um dos mais espetaculares conjuntos de cataratas da Terra, as Cataratas do Iguaçu. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

As Cataratas do Iguaçu estendem-se numa frente semicircular de 2.700 m de extensão, dos quais 800 m estão do lado brasileiro e 1.900 m do lado argentino. São compostas por um número variado de saltos e quedas que oscilam entre 150 e 270, de acordo com o volume de água do rio, sendo a altura máxima das quedas de 80 m. Muitos saltos têm nomes próprios como Floriano, Deodoro, Benjamim Constant, mas, o mais famoso é a Garganta do Diabo. As rochas do Parna do Iguaçu se originaram de processos vulcânicos - o chamado vulcanismo de fendas que ocorreu na região entre aproximadamente 165 a 120 milhões de anos.

Hoje o Parque Nacional do Iguaçu é um dos poucos locais de conservação da Mata Atlântica e conserva um dos maiores trechos da vegetação original da ecorregião da Floresta Atlântica do Alto Paraná, hoje reduzida a menos 5 % de sua cobertura original, no Brasil. Quanto a biodiversidade de fauna, presentemente foram registradas 257 espécies de borboletas, porém estima-se que existam cerca de 800, 45 mamíferos foram catalogados, 12 anfíbios, 41 serpentes, 8 lagartos, 18 peixes e 200 espécies de aves (IBAMA). 

São 14 os municípios localizados no entorno do parque: Capanema, Capitão Leônidas Marques, Santa Lúcia, Lindoeste, Santa Tereza do Oeste, Diamante do Oeste, Céu Azul, Matelândia, Ramilândia, Medianeira, Serranópolis do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu e Foz do Iguaçu.


PARQUE DAS AVES

A história do Parque das Aves começa no sudoeste da África, em uma cidade costeira na Namíbia, onde a família Croukamp ganhou um filhote de Papagaio-do-Congo, o qual logo despertou o amor pelas aves em Dennis Croukamp.

Anos depois, a família mudou-se para Foz do Iguaçu para construir um parque de aves. Assim, foi adquirido 16 hectares de floresta subtropical entre o rio Iguaçu e a rodovia que leva às Cataratas do Iguaçu, ao lado de onde hoje fica o Parque Nacional do Iguaçu, para a criação do Parque das Aves. 

Para a criação deste parque, foi necessária a remoção de as toneladas de detritos acumulados ao longo dos anos no terreno. Toda vegetação invasora foi retirada e, em seu lugar, foram plantadas centenas de árvores nativas. O prédio administrativo, a loja e a lanchonete foram construídos por um empreiteiro. Em 1º de novembro de 1993, Dennis e sua esposa Anna começaram a construção do que se tornaria o Parque das Aves.



As primeiras aves chegaram a partir de doações ou empréstimos de zoológicos brasileiros e animais confiscados foram enviados pelo Ibama. Espécies subtropicais de todos os continentes foram importadas e também foi criado um borboletário.

O Parque das Aves foi inaugurado no dia 6 de outubro de 1994, 11 meses após Dennis e Anna terem desembarcado no Brasil. 

Atualmente o Parque das Aves é o maior parque de aves da América Latina, onde é possível ter um contato direto com mais de 1020 aves, abrangendo cerca de 150 espécies diferentes. São 16,5 hectares de exuberante Mata Atlântica mantidos para formar o melhor habitat para nossos animais.


USINA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU

A Usina Hidrelétrica de Itaipu (em espanhol: Itaipú, em guarani: Itaipu) é uma usina hidrelétrica binacional localizada no Rio Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Ela foi o resultado de intensas negociações entre os dois países durante a década de 1960. Em 22 de julho de 1966, os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Juracy Magalhães e do Paraguai, Sapena Pastor, assinaram a "Ata do Iguaçu", uma declaração conjunta de interesse mútuo para estudar o aproveitamento dos recursos hídricos dos dois países, no trecho do Rio Paraná "desde e inclusive o Salto de Sete Quedas até a foz do Rio Iguaçu". 

Em 1973 foi realizado um Tratado para construção da usina e em 17 de maio de 1974 foi criada a entidade binacional Itaipu para gerenciar a construção da usina. No dia 14 de outubro de 1978, foi aberto o canal de desvio do Rio Paraná, que permitiu secar um trecho do leito original do rio para ali ser construída a barragem principal, em concreto. 

O nome Itaipu foi tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No idioma tupi-guarani, o termo significa "pedra na qual a água faz barulho", através da junção dos termos itá (pedra), 'y (água) e pu (barulho).




Outro marco importante, na área diplomática, foi a assinatura do Acordo Tripartite entre Brasil, Paraguai e Argentina, em 19 de outubro de 1979, para aproveitamento dos recursos hidráulicos no trecho do Rio Paraná desde as Sete Quedas até a foz do Rio da Prata. Este acordo estabeleceu os níveis do rio e as variações permitidas para os diferentes empreendimentos hidrelétricos na bacia comum aos três países. À época, quando os três países eram governados por ditaduras militares, havia o temor que o Brasil em um eventual conflito com a Argentina, abrisse completamente as comportas de Itaipu, aumentando os níveis de água do Rio da Prata e inundando a cidade de Buenos Aires.


Entretanto, caso houvesse o rompimento da represa de Itaipu, na verdade boa parte da água seria absorvida pela profunda calha do Rio Paraná poucos quilômetros depois da barragem e a Argentina estaria protegida pela represa da Usina de Yacyretá, localizada 400 km abaixo de Itaipu.

O reservatório da usina começou a ser formado em 13 de outubro de 1982, quando foram concluídas as obras da barragem e as comportas do canal de desvio foram fechadas. Nesse período, as águas subiram 100 m e chegaram às comportas do vertedouro às 10 horas do dia 27 de outubro, devido às chuvas fortes e enchentes que ocorreram na época. Em 5 de maio de 1984, entrou em operação a primeira unidade geradora de Itaipu. As 20 unidades geradoras foram sendo instaladas ao ritmo de duas a três por ano.


As duas últimas das 20 unidades geradoras projetadas entraram em operação entre setembro de 2006 e março de 2007, elevando a capacidade instalada de Itaipu para 14.000 MW, concluindo a execução da obra. Este aumento da capacidade permite que 18 unidades geradoras permaneçam gerando energia o tempo todo, enquanto duas permanecem em manutenção.

Hoje, Itaipu Binacional é a líder mundial em produção de energia limpa e renovável. Em termos de recorde anual de produção de energia, a usina de Itaipu ocupa o segundo lugar, atrás somente de Três Gargantas, que produziu, em 2014, 98,8 milhões de MWh, o que equivale a 0,2% a mais do que o recorde anterior de Itaipu (98,6 milhões de MWh no ano de 2013).

O seu lago possui uma área de 1.350 km2, indo de Foz do Iguaçu, no Brasil e Ciudad del Este, no Paraguai, até Guaíra e Salto del Guairá, 150 km ao norte. Possuindo vinte unidades geradoras de 700 MW cada, Itaipu tem uma potência de geração de 14.000 MW. 

Em julho de 2009, houve uma renegociação do Tratado de Itaipu, pela qual o Brasil aceitou passar a pagar o triplo do que pagava ao Paraguai pelo direito de uso da eletricidade produzida por Itaipu. O Brasil pagava a décadas pelo Mwh um valor bastante inferior ao preço de mercado, como contrapartida pelos gastos na construção da barragem e instalação da usina. Pelo acordo também, o Brasil passou a permitir que o excedente da energia paraguaia seja vendido diretamente às empresas brasileiras, se assim preferirem os paraguaios.



- As Cataratas do Iguaçu foram eleitas uma das Novas Sete Maravilhas da Natureza pela New 7 Wonders. Já a Usina de Itaipu foi eleita uma das 7 maravilhas da engenharia moderna pela ASCE – Associação Americana de Engenharia Civil e foi inclusa na lista das maravilhas do mundo contemporâneo, elaborada pela rede de televisão CNN. Ainda sobre Itaipu, esta foi inclusa na edição brasileira do Guiness Book – o Livro dos Recordes, como a “Maior Usina Hidrelétrica do Mundo” em operação.

- Foz do Iguaçu é considerada um dos municípios mais multiculturais do Brasil, onde estão presentes mais de 72 grupos étnicos provenientes de diversas partes do mundo, dentre eles os italianos, alemães, hispânicos (argentinos e paraguaios), chineses, ucranianos, japoneses e a segunda maior comunidade libanesa do Brasil. Em termos proporcionais, Foz também possui a maior comunidade islâmica do Brasil.

- Devido a sua localização de fronteira com o Paraguai e a Argentina, Foz do Iguaçu apresenta uma grande circulação de mercadorias contrabandeadas, drogas e armas, o que gera diversos problemas sociais como a violência, fazendo com que a taxa de homicídios seja muito alta em proporção ao número de habitantes. O município lidera o ranking de homicídios entre adolescentes no país

- Para a construção da Hidrelétrica de Itaipu, o curso do rio Paraná, sétimo maior do mundo, foi deslocado com 50 milhões de toneladas de terra e rocha e o nome Itaipu foi tirado de uma ilha que existia perto do local da construção.

- Apesar de ter o planejamento para a construção da usina iniciado na década de 60 e a sua construção ter se iniciado ainda na década de 70, a última unidade geradora de Itaipu foi instalada apenas no ano de 2007.

- A Usina Hidrelétrica de Itaipu é responsável pela geração de 22% da energia elétrica consumida pelo Brasil e mais de 90% pelo Paraguai. Com 20 unidades geradoras (700 MW cada uma), sua potência instalada é de 14.000 MW, sendo o maior aproveitamento de energia em relação à área inundada. Para fins de comparação, a usina de Tucuruí (2ª maior do país em geração de energia) tem capacidade instalada de 8.370 MW, mas houve necessidade de inundar uma área de 2.430 km2. Itaipu é beneficiada por ser a última usina da Bacia do Rio Paraná classificada como a fio d’água, isto é, utiliza toda a água que chega ao reservatório, mantendo uma reserva mínima para garantir a sua operacionalidade.

- Durante a instalação da Itaipu, foi necessária a desapropriação de 42.444 pessoas onde 38.440 eram trabalhadores e trabalhadoras do campo, o que gerou inúmeros problemas sociais. Com o fechamento das eclusas da barragem de Itaipu, uma área de 1500 km2 de florestas e terras agriculturáveis foi inundada, incluindo a cachoeira de Sete Quedas, uma das mais fascinantes formações naturais do planeta, que desapareceu. Semanas antes do preenchimento do reservatório, foi realizada uma operação de salvamento dos animais selvagens denominada Mymba kuera (que em guarani quer dizer "pega-bicho"). Equipes de voluntários conseguiram capturar mais de 4.500 bichos, entre macacos, lagartos, porcos-espinhos, roedores, aranhas, tartarugas e diversas espécies. Esses animais foram levados para as regiões vizinhas protegidas da água.

- Algumas comparações com as obras de Itaipu:
  1. O ritmo de obras em Itaipu foi equivalente à construção de um edifício de 20 andares a cada 55 minutos. A sua construção envolveu o trabalho direto de 40 mil pessoas.
  2. O volume total de concreto de Itaipu poderiam ser construídos 210 estádios como o Maracanã no Rio de Janeiro. 
  3. O volume total de terra e rocha removidos em Itaipu é equivalente a mais de duas vezes o volume do Pão de Açúcar (Rio de Janeiro). 
  4. O total de ferro e o aço de construção utilizados em Itaipu seriam suficientes para edificar 380 vezes a Torre Eiffel (Paris). 
  5. O volume de escavação de terra e rocha em Itaipu é 8,5 vezes maior que o do Eurotúnel e o volume de concreto é 15 vezes maior. 
  6. O vertedouro de Itaipu suporta uma vazão máxima 40 vezes superior à média das Cataratas do Iguaçu. 


O clima de Foz do Iguaçu é subtropical úmido mesotérmico e a cidade tem uma das maiores amplitudes térmicas anuais do estado, cerca de 14 °C de diferença média entre o inverno e o verão, devido a uma menor influência da maritimidade do que a que ocorre em outros municípios. Por isso os verões costumam ser muito quentes, com máximas médias em torno dos 33 °C e sensação térmica chegando a cerca de 40°C, e os invernos apesar de, na média, serem considerados amenos, ainda sim propiciarem quedas bruscas de temperaturas que podem fazer a temperatura cair abaixo de zero durante a passagem de frentes frias com a massas de ar polar na retaguarda. 





As chuvas costumam ser bem distribuídas durante o ano, com uma pequena redução no inverno, e a precipitação anual é de aproximadamente 1 900 milímetros (mm). Os invernos costumam ser cinzentos, com dias úmidos. O período em que há maior incidência de chuvas costuma ser os meses de outubro à fevereiro (sendo outubro o mais chuvoso entre todos), quando há dias de calor intenso seguidos de temporais com chuvas e ventos fortes. 

Em dias com chuvas intensas, os principais passeios não são aconselhados à serem realizados, já que não se pode aproveitar completamente o atrativo. Entretanto, dias chuvosos não costumam acontecer em sequência, assim, um dia de chuva costuma ser seguido de um dia mais ameno.



A infraestrutura hoteleira é bastante variada e atinge a todos os tipos de público. Foz do Iguaçu conta com um dos maiores parques hoteleiros do Brasil. Para facilitar sua pesquisa, pode-se acessar estes links que tem muitas opções: www.hotelemfoz.com/ e http://hoteisemfoz.com/


Creio que a melhor época para visitar Foz do Iguaçu e suas cataratas seja no período do Outono (abril à junho) devido a não pegar as chuvas intensas do verão e também os dias nublados do inverno. Além disso, as cataratas ainda estarão cheias e bem bonitas para apreciação.

Mas é claro que é possível visitar o lugar em todas as épocas do ano. O importante é não deixar de ir neste espetáculo da natureza.

Para mais informações sobre o lugar acesse o link: http://www.visitefoz.com.br/



Saber o que levar vai depender da época do ano, pois nos meses de inverno faz bastante frio e é importante levar agasalho para andar pela cidade.

Já nos meses de verão costuma fazer bastante calor e o ideal é levar roupas frescas e confortáveis.

Para visitar as Cataratas do Iguaçu eu indicaria levar água e comida, pois o passeio pode demorar e apesar de ter onde comer no parque, o preço sai caro. Além disso é importante levar repelente e um calçado que tenha um solado firme para não escorregar e também uma capa de chuva, já que perto das cataratas o lugar costuma se encontrar molhado.



(Fonte: Google)

Foz do Iguaçu está localizada no extremo oeste do estado brasileiro do Paraná, na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, e devido ao privilegiado posicionamento, a chegada à cidade pode acontecer por qualquer um dos 3 países. A distância entre a capital do estado, Curitiba, e Foz do Iguaçu, é de aproximadamente 630 km. Existem algumas opções para se chegar em Foz.


  • Carro: chegar em Foz do Iguaçu de automóvel é fácil por ser suprida de rodovias brasileiras, paraguaias e argentinas. No Brasil, a chegada é feita pela BR-277, rodovia que atravessa o estado do Paraná, e está em bom estado de conservação, e dura em média 9h 30min de viagem. No Paraguai, a principal rodovia que liga a capital do país à Ciudad del Este é a Rota 7, numa viagem de 350 km e, aproximadamente 5h. E, na Argentina, a rodovia que liga a capital à Puerto Iguazú é a Ruta Nacional 12, com 1.350 km, e aproximadamente 16h de viagem.



  • Avião: a região possui 3 aeroportos internacionais com vôos diários:

– IGU – Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (Brasil)

– AGT – Aeroporto Internacional Guarani, em Ciudad Del Este (Paraguai)
– IGR – Aeroporto Internacional Cataratas del Iguazú, em Puerto Iguazú (Argentina).


  • Ônibus: assim como os aeroportos, a região possui também 3 rodoviárias com linhas regionais, nacionais e internacionais, que ligam a região às principais cidades do Brasil, Paraguai e Argentina. Os horários e informações da Rodoviária Internacional de Foz do Iguaçu, podem ser encontradas no site da empresa administradora, Aterfi.







Viajar para Foz do Iguaçu é ter a certeza que vai encontrar lindos lugares para visitar, afinal, Foz do Iguaçu tem a maior queda-d’água em volume do mundo, com média de 1,3 milhão de litros por segundo, que são formadas pelas águas do rio Iguaçu, além 275 quedas-d’água que variam de altura entre 60 e 82 m. Certamente é um dos lugares naturais mais bonitos do mundo e ao longo deste post você saberá que vale e muito a visita.

Começamos nossa viagem chegando de avião pela noite e fomos direto para a pousada descansar, pois o dia seguinte seria longo. Ficamos hospedados na Pousada Natureza Foz, uma boa opção para quem quer economia sem abdicar de conforto e boa localização. Segue o link do site deles: http://www.pousadanaturezafoz.com.br/

O primeiro dia era o dia de conhecer as cataratas do lado brasileiro. Para isso já tínhamos comprado o ingresso pela internet, o que foi uma ótima opção já que não pegamos fila para a compra de ingressos, ou seja, otimizamos tempo. Segue o link para a compra de ingressos direto do sita de Foz do Iguaçu: https://cataratasdoiguacu.com.br/portal/vendas/vendaonline.aspx

Então tratamos de tomar um café da manhã na pousada e botamos o pé na estrada. A localização da pousada era perfeita, pois ali perto tinha um terminal de ônibus com linhas que iam até o parque. Pegamos então ele e saltamos bem perto, onde se localizava a placa com as direções do dia.



Nossa primeira parada seria o Parque das Aves, um santuário de pássaros endêmicos e exóticos. 



Assim que pagamos a entrada (algo em torno de 20 reais), começamos a ver o grande mundo. Começamos com alguns flamingos e guarás dividindo o mesmo espaço.



Este flamingo ficou envergonhado para a câmera...hehe.




Alguns papagaios não podiam faltar.



Eles estavam um pouco tímidos ainda.





Cada um mais bonitos e exótico que o outro.



Chegamos na hora do café das araras pirangas.



E das araras azuis.



E de descanso das araras vermelhas.



Até que estávamos chegando em alguns berçários das aves em céu aberto.



Como era bonito ver a beleza dos flamingos.



Sempre bonitos.



Com seus pescoços sinuosos.



Alguns mereciam um bom descanso.



Alguns curiosos, vinham até mais perto.




Até que chegamos ao mundo dos tucanos. Este ficou tímido de tirar foto comigo.



Dava para notar que todos eram sempre bem alimentados né!?



Até que um quis posar na foto comigo.



Acho que ele gostou de mim. =)



Diga xiiiisss.



Até que eles eram bem simpáticos.



Andando mais um pouco chegamos a ver um jacaré na espreita.




Era o setor dos répteis, olha que linda cobra.



Andando mais um pouco fomos para o borboletário. Pelo visto era hora do café para elas também.




Até que um resolveu me fazer companhia.



E não é que ele ficou me acompanhando!?



De longe parecia até um brinco.



Até que chegamos ao santuário das araras, um espaço com muitas araras em que as pessoas podiam entrar.




Logo vimos que este era um lugar para se cultivar o amor entre as araras canindé.



Elas também eram engraçadas.



O esperado momento do voo das araras.



Andando já para o final do parque, era possível tirar uma foto com a arara. 



A fila estava grande para a foto, mas estendi o braço no galho e não é que uma delas quis vir em meu braço!?




Opa, quase conseguindo.




Aeeeeee.




Que maravilha, já posso levar para casa?




Antes do guardinha tirar de mim, pose para a foto.




Depois que o guardinha tirou a arara de mim, tive que voltar na fila, vai que agora eu conseguiria levar uma arara de presente.

Na hora de tirar aquela foto clássica, fui surpreendido com uma leve mordida.



Depois ela ficou envergonhada, tudo bem, eu a desculpei. Devia ser ciúmes por eu ter escolhido outra arara antes....haha



Hora de continuar o nosso dia e visitar as famosas Cataratas do Iguaçu, que a entrada se encontrava bem perto do Parque das Aves.



O dia estava apenas começando.

(entrada do Parque Nacional do Iguaçu)

Assim que chegamos lá, recebemos este mapa turístico do parque com informações relevantes sobre as atividades que podem ser realizadas dentro do parque. 


(mapa turístico do Parque Nacional do Iguaçu)

Com o ingresso em mãos, nem pegamos fila e fomos direto no ônibus que iria nos transportar até as cataratas.




Chegando no ponto de partida, já dava para ter noção da magnitude do lugar.




Hora da primeira foto nas cataratas!!!




Descendo um pouco e seguindo o trajeto, podemos ver melhor este presente da natureza.




Tive que me registrar neste lugar.



Era difícil continuar o caminho sem admirar o lado argentino das cataratas.




E era cada parada mais bonita que a outra.



E eu estava lá para ver isso. =)



Até que bateu inveja desse pessoal tomando banho no barco.



E ainda tinha muito mais coisas por vir.




Mas antes, que tal uma panorâmica?



Resolvemos andar mais um pouco e logo vimos o imenso volume de água que o lugar tem. De onde sai tanta água???



Se você tinha ainda dúvidas da beleza do local, olhe esta foto.



A sensação era indescritível de chegar no lugar e ver de perto as cascatas.




Os pingos de água estavam começando a molhar a lente da câmera, tamanho era o volume de água e estávamos começando a ficar bem molhados. Sorte que minha mochila tinha capa de chuva.



Acho que deu para notar os pingos na câmera né!? rs



Sorte que não tínhamos somente uma câmera e conseguimos tirar uma foto melhor com a outra.




Que isso...



Saindo do percurso, tinha um cantinho onde dava para ficar bem perto da catarata.




E é claro que eu fui para lá.



Mais um pouco e eu colocava a cabeça ali dentro....hahaha.



MUITA água.



Acabamos o percurso!!! O jeito agora era aproveitar as outras atividades que o parque nos oferecia, começando pelo rapel.



Pagamos em torno de 80 reais para realização do rapel e ainda pagamos por fora um fotógrafo para que pudesse tirar algumas fotos nossas durante o rapel, afinal, nossas mãos iriam estar ocupadas segurando na corda.

O rapel das cataratas tem a impressionante altura de 55 m e é feito sem apoio para os pés. Não é nada fácil para quem tem um pouco de medo de altura, mas o importante é confiar no equipamento e seguir as instruções dos instrutores.




Primeira foto junto antes da descida.



Deixe o medo de lado, respire fundo e comece a soltar seus pés do apoio.




Não foi nada fácil iniciar o primeiro rapel da minha vida sem poder apoiar os pés em algum lugar, mas depois que tirei o pé e senti firmeza de que não iria cair, tudo começou a acontecer naturalmente e o nervosismo começava a desaparecer.



Acho que com esta foto dava para ter a noção da altura que estávamos a descer.



A vista do lugar começava a te relaxar de uma forma que era inexplicável.



Hora de contemplar...




Diga XIS.




A vontade era não sair mais dali, mas tínhamos que ir descendo.




Era o fim, mas valeu cada centavo gasto. Lá embaixo ainda deu para descansar um pouco.




Até que fizemos novas amizades.



Se você pensa que as atividades pararam por aí, ficou muito enganado, ainda faltava o passeio de barco!!!

O passeio de barco é um dos passeios mais procurados em Foz do Iguaçu, por isso, recomendo reservar com antecedência para que não tinha imprevistos. Os passeios podem ser comprados neste link: http://www.macucosafari.com.br/br/macuco-safari



Com os nossos ingressos em mãos, fizemos um passeio em uma jardineira com um guia falando sobre a mata e as espécies que ali vivem, acabou sendo um passeio cultural também e importante para todos terem noção da importância da preservação do ambiente.



Ao final, era hora de entramos na lancha devidamente equipados e prontos para mais uma aventura.



Hora da partida!!!



No caminho dava para ver o passeio de barco das cataratas argentinas.



A lancha era bem potente e o barco começava a fazer algumas manobras, o passeio começava a ficar radical.



Estávamos quase chegando a cachoeira e a hora tão esperada do banho estava próxima.



Hora de se molhar!!!



Uhuuullll



Nada mais refrescante, foi sensacional!!!



Terminado o passeio e o barco ainda fez algumas manobras bem legais, um passeio com bastante emoção. No final do passeio tínhamos a opção de ter fotos e mais vídeos, porém achamos o preço bastante caro e como registrei bastante foto com minha câmera que era a prova d'água, não compramos o pacote vídeo + fotos.

Enquanto relaxávamos, mais uma borboleta resolveu nos fazer companhia.



Já tinha passado bastante tempo e então resolvemos caminhar de volta a queda das cascatas e apreciar o restante de tempo que sobrava.



Ainda tinha dado tempo para uma panorâmica.



Com o Sol começando a se por, as gotículas de água começaram a ficar mais evidentes.



E a mata começava a ter um belo destaque.



Era o fim do dia, hora de voltar para casa e descansar, pois ainda tinham muitas aventuras pela frente.



Foi um dia mágico conhecer Foz do Iguaçu, pois era um lugar em que estava com bastante expectativa em visitar e finalmente conheci a beleza do lugar. 

Agora voltando as baterias para o segundo dia, resolvemos fazer algumas compras no Paraguai. Pegamos um táxi que nos deixou bem perto da Ponte da Amizade, uma ponte que liga Foz do Iguaçu a Ciudad del Este, no Paraguai, passando pelo rio Paraná.

IMPORTANTE: NÃO PEGUE QUALQUER VAN QUE NÃO SEJA FRETADA COM O HOTEL, OU QUALQUER CONDUÇÃO QUE VOCÊ POSSA ACHAR SUSPEITA, POIS O ÍNDICE DE ASSALTOS É BASTANTE ALTO. 

(na Ponte da Amizade indo para o Paraguai)

Dava para ver que não éramos os únicos a querer visitar e comprar coisas no Paraguai, o fluxo de gente era muito grande.



Finalmente chegamos em Ciudad del Este, uma cidade na qual que existem muitos shoppings com preços bastante baratos, principalmente de perfumes, eletrônicos e roupas. Só tome cuidado com os lugares, pois há também muitos produtos falsos.



Andando por lá, notamos que o transito é bastante caótico e também existem muitos ambulantes querendo te empurrar produtos falsificados, não entrem nessa!!! Perto dos shoppings existia um mercado popular com vários produtos para serem comprados, as famosas muambas.



Dava para ver que muita gente andava e comprava nas tendas.



Depois de comprarmos alguns perfumes e eletrônicos, era hora de sair de lá, pois tínhamos outros planos.



Resolvemos visitar a Usina Hidrelétrica de Itaipu e pegamos um táxi direto para o local, que ficava distante de onde estávamos.



Existem vários passeios e para acessa-los, é importante comprar pela internet antecipadamente, pois pode ser que o passeio já esteja lotado para o horário e dia que você for visitar. Para comprar o ingresso clique neste link: https://www.turismoitaipu.com.br/

Como não sabíamos disso antes, não conseguimos fazer o circuito especial, mas pelo menos conseguimos comprar a Visita Panorâmica e a Iluminação da Barragem. Então o jeito era partir para a barragem, mas antes olhando a maquete de como funciona o reservatório.

(maquete da barragem da Hidrelétrica de Itaipu)

Então começamos pelo panorâmico pegando um ônibus que nos levaria até a barragem.



Chegamos em um ponto onde tínhamos uma bela vista da barragem.

(barragem de Itaipu)

Pose para a primeira foto.....click!!!



Pegamos um ônibus novamente e fomos passeando por cima da barragem, dando para ver primeiramente as comportas. As comportas servem para eliminar o excedente de água, evitando que o nível de água não ultrapasse a barragem.

(comportas de Itaipu)

Depois o ônibus passou por baixo da barragem e conseguimos ver o tamanho de cada turbina para a geração de energia.

(turbinas de Itaipu)


Por fim, uma bela paisagem de Itaipu.



Na volta, tínhamos que esperar anoitecer para realizarmos o passeio de iluminação da barragem. Então resolvemos explorar um pouco o lugar e achamos um funcionário da empresa que participou da construção da hidrelétrica. Ele nos explicou a história de Itaipu com muito orgulho e acrescentou muito a nós.



Ele nos apresentou o carro movido a energia elétrica e nos ofereceu um passeio (pago) pelo reservatório, porém deixamos para uma próxima oportunidade.




Hora de irmos para a iluminação da barragem!!! Pegamos novamente um ônibus que nos conduziu até o mesmo local inicial do primeiro passeio. No trajeto, verificamos esta linda pintura iluminada.



Ali, um apresentador nos foi contando um pouco da história de Itaipu e logo a barragem começou a se iluminar, trecho por trecho, até ficar toda iluminada.



Hora de nos registrar nesta barragem iluminada.



Uma panorâmica da barragem.



Agora era hora de pegar o ônibus e ir embora, mas não sem antes passar pelas turbinas iluminadas.



Foi mais um dia proveitoso, agora era hora de descansar porque visitaríamos o lado argentino das cataratas no dia seguinte.

Era dia de acordar e pegar uma van até as cataratas argentinas. Pegamos a van, fomos para uma casa de câmbio para trocar o real por pesos argentinos e depois partimos rumo ao parque.

Na entrada vimos que os transportes possuem muita burocracia para entrarem no local. Demoramos cerca de 2 horas para poder entrar no parque. Se você for para lá, tente ir de táxi, porque é bem mais tranquila a entrada.



Logo assim que passamos pela entrada, tinha um grupo mirim tocando música, seria música de boas vindas?




Seguimos nosso caminho até um ponto em que tinha um bondinho para levar até a famosa Garganta do Diabo, o ponto mais próximo da principal queda d'água.



O parque das Cataratas comparado ao brasileiro, é muito maior e existem alguns circuitos a serem percorridos.

(mapa do lado argentino das Cataratas)

Pegamos um dos circuitos e fomos andando até nos depararmos com as primeiras quedas. 



Ao contrário do lado brasileiro, no lado argentino é possível ver as cataratas bem de perto.



Ao longe dava para ver que tínhamos muito chão pela frente, ótimo sinal.



Alguns quatis argentinos vieram nos visitar.




Agora a cada passo que era dado, era uma nova paisagem a ser admirada.



No calor que estava fazendo, deu inveja do barquinho aproveitando a cachoeira.



Até que chegamos perto de mais uma cachoeira, com muita gente em volta.



Mas enfim consegui a minha foto.



E também a com mamãe.



O lugar era bem bonito e mereceu uma panorâmica.



Vendo um pouco mais de longe...



Era hora de fazer um passeio de barco pelo lado argentino. Compramos nosso ingresso e fomos descendo uma rampa e vendo o que nos esperava.



O lugar era lindo demais.



Era hora de me preparar para se molhar, are you ready?



E lá ia a lancha rumo as cachoeiras.



Hora de tirar a nossa última foto secos.



E a lancha já estava partindo...




Os primeiros pingos de água começavam a aparecer...



E era muita água!!!



Depois de ele entrar umas duas vezes próximo a cachoeira, era hora de sair de lá e ir em outra, mas no trajeto me surpreendi com este pedido de casamento.



Chegando na outra cachoeira e a água ia tomando conta do barco.



Ao final do passeio,tirei uma última foto desse bonito lugar totalmente molhado.



Era hora de voltar para a van no horário marcado. Infelizmente não deu tempo de visitar a Garganta do Diabo devido ao tempo, mas ainda assim fizemos o registro das últimas cachoeiras que passamos.



E assim, finalizamos o nosso terceiro e último dia em Foz, foi uma aventura incrível!!

Pequeno resumo: 

- Foz do Brasil -> um parque com uma vista mais panorâmica das cataratas e com muitas atividades extras como arvorismo, rapel, passeio de lancha, trilha do Poço Preto, etc.
- Foz da Argentina -> um parque maior e com a vista mais de perto de cada cachoeira, porém carece de passeios guiados.
- Itaipu -> ótimo ponto turístico além das cataratas, com a história e muitas outras atividades podem ser realizadas como o passeio panorâmico, iluminação da barragem, circuito especial, refúgio biológico, pólo astronômico, etc.

Dia seguinte era hora de voltar bem cedo, não antes de apreciar este belo nascer do Sol.



Hora de voltar para casa.



Com isso chego ao fim da postagem. Espero que tenham gostado!



Segue abaixo alguns outros atrativos em Foz do Iguaçu:

- City Tour em Foz do Iguaçu
- Paraquedismo em Foz do Iguaçu
- Museu de Cera
- Vale dos Dinossauros
- Duty Free Shop (Argentina)
- Voo panorâmico de helicóptero sobre as Cataratas do Iguaçu


3 comentários:

  1. Mto legal! Fiquei com vontade de conhecer! Parabéns pelo post!

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    Respostas
    1. Obrigado Mariane!! Fique sempre a vontade em visitar o blog.

      E não esqueça de visitar este maravilhoso lugar!!! =)

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