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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Chapada dos Veadeiros


O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é uma Unidade de Conservação brasileira de proteção integral à natureza localizada na região centro-oeste do estado de Goiás, na Chapada dos Veadeiros. 

A Chapada dos Veadeiros é um dos pontos turísticos mais visitados do Estado de Goiás e é procurada principalmente por aqueles que querem aproveitar o contato com a natureza ou experimentar seu lado esotérico. 

A região que compreende a chapada abrange vários municípios como Colinas do Sul, Cavalcante e Alto Paraíso de Goiás. Ela é um importante berço hidrográfico nacional e oferece belas paisagens naturais, como dezenas de cachoeiras e enormes paredões rochosos, principais características do local.

Localização de Alto Paraíso de Goiás
(Fonte: Google)

Além da conservação, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros tem como objetivos a pesquisa científica, a educação ambiental e a visitação pública.



A história de criação do Parque começa com o povoamento da região em torno de 1750, com a implantação da propriedade do Sr. Francisco de Almeida, chamada de Fazenda Veadeiros. Ali foram implementadas as atividades de pecuária e do cultivo de trigo e café em pequena escala. 

Em 1892, a Comissão Exploradora do Planalto Central, comandada pelo astrônomo Luís Cruls, expedicionou pela chapada e região, com a finalidade de delimitar e fazer levantamento da área que deveria receber a futura capital do Brasil.

Em 1912, foi descoberta a primeira jazida de cristal de rocha da região, o que originou um surto de atividade garimpeira, incluindo a fundação do Povoado de São Jorge. Tal atividade foi se tornando menos interessante ao longo da segunda metade do século XX, especialmente depois da criação do parque nacional.


Em 1926, a chapada foi atravessada pela Coluna Prestes.

Em 1931, a serviço do correio aéreo nacional, o brigadeiro Lysias Rodrigues passou por Veadeiros, vindo de São Paulo em direção a Belém. Seus diários foram publicados no livro "O roteiro do Tocantins".


Em 11 de novembro de 1961, o então Presidente da República, Juscelino Kubitschek, através do Decreto n° 49.875, cria o parque, com o nome de Parque Nacional do Tocantins[10]. Sua área original era de 625 mil ha, cerca de dez vezes maior que a área atual. Com o tempo, parte das terras foi sendo perdida por disputas judiciais. Em 1972, perdendo as terras às margens do rio Tocantins, o parque adotou o nome atual.


Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros foi criado através do Decreto Nº 49.875, emitido pelo então Presidente da República, Juscelino Kubitschek, em 11 de janeiro de 1961. Originalmente criado com o nome de Parque Nacional do Tocantins, tinha 625 mil hectares de área protegida. Foi criado para proteger áreas de enorme beleza, recursos hídricos, fauna e flora específicos do cerrado mais alto do país, protegendo inclusive o ponto culminante do Planalto Central.


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Em 11 de maio de 1972 o Parque teve seus limites reduzidos a 171.924 hectares, a partir de diagnósticos realizados por uma comissão do Ministério da Agricultura: “Dada a extensão do Parque, a comissão não teve oportunidade de visitar a parte florestal, onde a mata e a fauna Amazônica complementam a paisagem, tornando o Parque bastante variado. No entanto, sugerimos um reexame da aérea na parte da Chapada dos Veadeiros, em vista do problema econômico e social advindo da criação do Parque, sem a devida aquisição de terras. Isso vem acarretando a diminuição das atividades agropecuárias e mineiras, tornando difícil a vida da população rural e a sobrevivência econômica do município de Alto Paraíso, hoje reduzido a área da cidade pelo decreto de criação do Parque.” (Luiz Lima, 2004).

Nove anos depois, em 1981, o Parque foi novamente reduzido, ficando restrito a 65 mil hectares, por conta do Projeto "Agropecuários Alto Paraíso", apresentado pelo Governo de Goiás, solicitando, na época, a passagem da rodovia GO-239 entre o Morro da Baleia e o Morro do Buracão.

Em dezembro de 2001 o Parque foi incluído na lista do Patrimônio Mundial pela UNESCO e atualmente sua administração está a cargo do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Hoje, o parque abrange uma área de 65.514 ha de cerrado de altitude, dos quais aproximadamente 60 % ficam em Cavalcante e os demais 40 % em Alto Paraíso de Goiás.


- A Chapada dos Veadeiros é rodeada de misticismo devido a estar no mesmo paralelo (paralelo 14 do Meridiano de Greenwich) que atravessa Machu Picchu, no Peru. Além disso, o município está sobre uma enorme placa de quartzo, que segundo os místicos, esses fatores protegem a cidade de desastres naturais e proporcionam boas vibrações por ser um centro de concentração de energia. Devido a isso, centenas de pessoas buscam a região para meditar ou até mesmo esperando um contato com extraterrestres.

- O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é assim denominado devido ao topônimo “Veadeiros”, não relacionado ao veado, que já teve ocorrência expressiva na área, mas sim ao cão que o farejava e o perseguia. De acordo com dados históricos da região, esse topônimo aplicou-se, inicialmente, à Fazenda do Sr. Francisco de Almeida, que ali se estabeleceu de forma pioneira a partir de 1750.

- Fora dos limites do Parque, propriedades particulares abrem suas belezas para o público, localizadas ao longo dos córregos São Miguel e Raizama e o rio Tocantinzinho, tais como: Vale da Lua, salto do Raizama; Morada do Sol; Vale Encantado; canyon do Tocantinzinho.


O clima em Alto Paraíso de Goiás (principal cidade onde se localiza a Chapada dos Veadeiros) é tropical, com um inverno seco e verão chuvoso. A classificação do clima é Aw de acordo com a Köppen e Geiger, com temperatura média de 21.7 °C e pluviosidade média anual é 1792 mm.

Gráfico climático, Alto Paraíso de Goiás


O mês mais quente do ano é Setembro com uma temperatura média de 23.0 °C e o mais frio é Junho, com 20.1 °C.
Analogamente ao que ocorre no período da seca no Distrito Federal, a umidade relativa do ar durante o dia no inverno e parte da primavera pode cair para menos de 15%, alcançando níveis críticos.



Existem muitas opções de pousadas e camping no local. Um ótimo site com opções se encontra neste link: http://www.veadeirosoficial.com.br/onde-ficar/


O Parque pode ser visitado durante o ano todo, porém é necessário entender que algumas cachoeiras secam no período de seca, que vai de maio a setembro. Já no período de chuvas que vai de novembro a abril, as cachoeiras ficam bastante cheias, mas devemos tomar cuidado com as trombas d'água e com a correnteza dos rios.

Na minha opinião, a transição das épocas (entre abril e maio e entre setembro e outubro) é melhor para visitar, pois o tempo fica mais estável e as cachoeiras ainda estão com um bom volume de água.

Funcionamento do Parque:
O Parque é aberto à visitação de terça a domingo. Em casos de feriados nas segundas-feiras, o Parque fica aberto, fechando no primeiro dia útil subsequente.
Em janeiro e julho, meses de férias escolares, o Parque fica aberto todos os dias.
Entrada: 8h às 12h
Saída: até 18h

Atualmente, não há cobrança de ingresso de acesso ao Parque.

Fones:(62) 3455-1114 / 3455-1116 / 9299-8536


Roupas leves, protetor solar, chapéus ou bonés, trajes de banho e repelente.

OBS.: é indicado que seja tomada a vacina contra a febre amarela, devido a ser uma área endêmica da doença.



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(Fonte: Google)

O acesso para a entrada no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros fica na Rodovia GO-239, Km 36 Vila de São Jorge Caixa Postal 96, a 36 km de Alto Paraíso de Goiás. As capitais mais próximas do Parque são Brasília (260 km) e  Goiânia (460 km).

Os meios para chegar no Parque são:

  • Carro: pegue a saída para Planaltina/DF (BR-020), rode 41 km em direção à Formosa-GO. Pegue o acesso para a BR-010 no trevo em direção à Alto Paraíso de Goiás, a 167 km. Após cruzar a divisa do Distrito Federal com Goiás, a BR-010 passa a se chamar GO-118. Para chegar no distrito de São Jorge, assim que chegar em Alto Paraíso, vire no trevo à esquerda e siga pela GO-239 por mais 22 km de rodovia asfaltada e 14 km em estrada de terra. De Alto Paraíso a Cavalcante são 91 km pelas asfaltadas GO-118 e GO-241, mas para conhecer as cachoeiras e mirantes do entorno, roda-se bastante por estradas de terra.

  • Ônibus: Há um bom número de ônibus a partir da capital federal para Alto Paraíso, a principal cidade da região, com duração de 3h de viagem. As empresas que fazem o trajeto são Real Expresso (tel.:0800 280 7325) e Viação Santo Antônio ((61) 3234-8774), todos os dias às10h e 21h. 





    A Chapada dos Veadeiros é uma das três principais chapadas que temos no Brasil junto a dos Guimarães e Diamantina. Ela não tem o aspecto visual como existe na diamantina, porém o seu acervo de cachoeiras é vasto e por isso atrai muitas pessoas, como nós da Aventritur.

    Então vamos a viagem! Primeira parada é Brasília-DF.



    Fomos em uma época não muito propícia, pois era na metade de Dezembro, uma época que chove bastante, mas também deixa as cachoeiras bem bonitas e volumosas.


    1º dia

    Chegando em Brasília, alugamos um carro para fazer o trajeto até Alto Paraíso de Goiás. No próprio aeroporto existem muitos locais para alugar um carro.

    Não há muito mistério e não existem muitas curvas na estrada. São pelo menos 2h 30min de estrada até chegar na cidade.

    Chegando lá, fomos para o distrito de São Jorge e ficamos acampados no camping Espaço Flora, um camping que tem uma ótima área e conta com dono, o Pedu, uma pessoa sensacional que conhecemos e que nos deixou bastante a vontade. Segue o site para contato com ele: http://www.espacoflora.com.br/

    Era hora de aproveitar o dia e escolhemos como primeiro ponto turístico o complexo Raizama. 

    Na Chapada, muitos dos atrativos estão em propriedades particulares, e por isso, cada passeio tem que ser pago. No Raizama pagamos 10 reais.

    Na Raizama, o trajeto percorre cerca de 2 km em meio a típica vegetação do Cerrado, com arbustos e vegetação rasteira.



    Durante o percurso, chegamos em um ponto onde existia uma leve queda de água.




    E assim tomamos o nosso primeiro banho de cachoeira da chapada.



    Ficamos por volta de 10 minutos e resolvemos seguir o percurso. O caminho ia se estreitando entre as pedras e tomamos cuidado para não batermos a cabeça.



    Pelo trajeto, percorremos todo o rio e o cânion que se formava  através dele, uma grande fenda estreita.



    Com cuidado, descemos as escadas e dava para ficar bem em frente a queda, um cenário perfeito.



    Um pouco mais adiante, indo contra o fluxo do rio, a turbulência do cânion dava espaço para um lugar bem mais tranquilo.



    Pegando o trajeto de volta, me deparei com esta linda árvore e seus galhos retorcidos que retrata o próprio Cerrado.




    Ao final desta trilha, ainda tomamos um banho na piscina de águas termais. Ela não era lá muito quente não, mas valeu a experiência.



    E como a foto acima retratou, a chuva atrapalhou nossos planos de realizar outra atividade e decidimos esperar o dia seguinte.


    2º dia

    Resolvemos acordar cedo e apreciar o segundo dia na chapada. Era dia de visitar o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. No trajeto, decidimos parar para apreciar o Morro da Baleia.



    Este é o Morro da Baleia.



    Mais uns quilômetros de estrada e chegamos no Parque. Dentro dele existem duas trilhas a serem realizadas, a dos Saltos e a dos Cânions.




    Para entrar no Parque, não necessita pagar entrada, porém muitas pessoas contratam um guia credenciado para realizar o passeio, que cobra 100 reais pelo passeio. Assim, juntando 10 pessoas o valor saiu 10 reais por pessoa.




    E assim iniciamos a nossa jornada pela Trilha dos Saltos.




    Como a vegetação era baixa, dava para visualizar toda a chapada.




    Na trilha, o guia nos explicou que a Chapada dos Veadeiros está dentro de um enorme maciço de quartzo, e que isso alimentou muito misticismo e garimpeiros atrás de pedras preciosas.




    Segundo ele, as pedras da região por refletirem bastante a luz do Sol, dava para ver até do espaço o brilho. Com um chão desses eu não pude duvidar.




    E assim fomos caminhando em uma trilha com pouca subida ou descida.





    No meio do caminho nos deparamos com certas pedras que possuem formatos curiosos.



    Mais um pouco de descida...




    E pela primeira vez conseguimos ver o rio Preto.





    A paisagem também ajudava...



    Sinal de que estávamos perto da cachoeira?



    Depois de um pouco mais de 1 hora de caminhada, o primeiro contato com a imponente cachoeira. Aqui era o mirante do Salto de 120 m do rio Preto.

    (Salto 120 m)

    Era impressionante o barulho que a cachoeira fazia, um poder imenso!

    Andamos por mais cerca de 800 m  e chegamos até o ponto da 2ª cachoeira,  o Salto de 80m.




    Este era o lado bom de vir na época das chuvas, olha o volume da cachoeira!


    (Salto 80 m)

    Ali se iniciava o ponto de banho no rio, mas não estávamos sozinhos.



    Olha a quantidade de peixinhos dentro d'água.



    Eram muitos e muitos.



    O banho era para ser tomado bem perto da margem, pois a correnteza era grande. Mais tomar um banho com uma vista dessas não é ruim né!?



    Era a hora da partida e pegamos o caminho de volta. No meio da trilha notamos que a fauna é bastante viva por aqui. Olha esta linda cobra já em posição de ataque!



    No caminho de volta ainda deu para parar nas Corredeiras do rio Preto, um local para banho e hidromassagem natural. Estava muito bom para ser verdade né!?



    Passamos em torno de 15 minutos ali e finalmente pegamos a trilha de volta. 



    Ao chegarmos já era bem tarde e achamos que não daria para fazer nenhum passeio. Voltamos para o camping e conversando com as pessoas de lá, conhecemos o Márcio das Cobras. Uma pessoa sensacional e de ótimo coração que quis nos levar até a Cachoeira do Abismo.

    O tempo era curto, já estávamos no pôr-do-sol.



    A trilha durou em torno de 20 minutos até o lugar e nos deparamos com esta linda vista da chapada.



    Olha isso...



    Até que chegamos a pequena e linda cachoeira.

    (Cachoeira do Abismo)

    Olhando literalmente para um abismo, a cachoeira proporcionava uma bela paisagem. Visualizem só esta panorâmica.



    No caminho de volta passamos por um antigo lugar de garimpo.



    Era hora de descansar porque o 3º dia prometia.


    3º dia

    Neste dia acordamos ao som dos pássaros, como nos tempos antigos.



    Parece que ali era um ótimo lugar para eles aparecerem, muito legal.



    Assim, acordamos e tomamos um café reforçado com uma galera muito divertida que estava tomando conta do camping no lugar do Pedu momentaneamente. Realmente o astral do camping era diferente com tão boas pessoas por perto. Na foto, o Márcio das Cobras é o de boné.



    Fomos pegar a estrada em direção a Alto Paraíso e nos deparamos com este lindo sapinho que estava carregando as larvas em seu dorso.



    Olha que interessante a natureza...




    Deixamos ela seguir o seu caminho e fomos para o Vale da Lua, outro lugar de propriedade particular e que se pagava 10 reais para entrar. O trajeto é bem curto, com cerca de 2 km de percurso e nível de dificuldade bem baixo.

    Iniciando o trajeto, dá para ver uma bela parte da chapada.





    Uma foto para registro e vamos caminhar...



    O percurso era tranquilo até que chegamos a um ponto que vimos uma rocha toda esculpida que parecia o solo da nossa Lua.



    Aqui o rio São Miguel percorre enormes pedras de granito esculpidas pela água por mais de 600 milhões anos, desenhando algo como crateras lunares. Por isso o nome Vale da Lua.



    Realmente era algo diferente de tudo o que já vi.



    Já pensou em pisar na Lua? Vem para cá.



    É cada detalhe imperdível que o rio erodiu...



    Até que chega ao fim com esta linda vista do rio e da pedra.



    No final ainda podemos nos banhar.



    O trajeto é imperdível por ser único, porém comparada a outras atrações, os 10 reais não compensam devido ao trajeto bem curto.

    Seguimos então para o nosso próximo passeio, que seria as Almécegas. Pegamos o carro ainda em direção a Alto Paraíso de Goiás e quase chegando na cidade viramos a direita na Pousada São Bento. Ao chegarmos lá, vimos os bichos criados na pousada.



    Quack!




    A entrada do local custa 15 reais, um valor acima dos outros que fomos, porém ela te dá direito a curtir 3 cachoeiras, sendo Almécegas I e II e São Bento.

    A pousada também oferece vários passeios como rapel, tirolesa e passeio a cavalo. Pegamos a trilha e andamos por cerca de 30 minutos até chegarmos a este mirante da Almécegas I.



    Não é linda!?



    Passando por este ponto, tivemos que descer para acessar a cachoeira. O acesso é com uma descida bastante íngreme e te faz pensar como seria na subida, mas é recompensador.




    Sensacional!!!



    Caso você não queira mergulhar, você tem a opção de ver a cachoeira por outro ângulo passando pelas pedras, porém é necessário ter bastante cuidado para não escorregar, já que elas estarão molhadas.



    Este é o ponto final e dá para mergulhar bastante ou sentir a força da cachoeira nos seus ombros.



    Ficamos por cerca de 30 minutos ali. Infelizmente não mergulhamos, pois o tempo não estava ajudando muito. Depois subimos a ladeira e retomamos para a segunda trilha, a Almécegas II. Uma cachoeira bem menor que a primeira, mas igualmente bonita.



    Diferentemente da Almécegas I, na Almécegas II o aceso se dava por cima da cachoeira. Ali dava para se arriscar a tomar um banho.



    Margeando a cachoeira, chegamos a vista de frente.



    Na volta desta vista podíamos relaxar que nem o meu amigo ali, que vida hein!?



    Ou até a beber água de uma maneira inusitada, sem usar as mãos caso elas estejam sujas.



    No retorno encontramos mais animais...



    Hora de conhecer a última cachoeira, a São Bento! O acesso é tranquilo e dá para ver uma queda pequena, mas um grande poço para se nadar.



    Final do passeio, era hora de conhecer o outro lado da Chapada dos Veadeiros, Cavalcante!



    Chegando lá, a 90 km de Alto Paraíso, fomos achar um camping para ficar. Como já era de noite, fomos descansar para aproveitar o último dia.

    4º dia

    Era o nosso último dia na chapada, então iríamos fechar com chave de ouro, pois era dia de chegar na belíssima cachoeira Santa Bárbara.



    Além da pequena cidade, para chegar na cachoeira passamos por uma estrada de terra na qual tivemos esta vista.



    Até parei para tirar uma panorâmica.



    Este local abriga uma parte da comunidade Kalunga, dentro do Sítio Histório e Patrimônio Cultural Kalunga. Ao chegarmos lá, descobrimos que só podemos fazer a trilha auxiliado de um guia da própria região, que nos cobrou 50 reais para fazer o percurso. Enquanto estávamos esperando o guia, tirei uma foto do nosso carro alugado para mostrar o quanto ele estava sujinho....hahaha.




    Chegando a guia, fomos então em direção a famosa cachoeira. O percurso caminhando é de aproximadamente 6 km.

    Depois de 30 minutos de caminhada, chegamos na primeira cachoeira. De menor porte, porém muito bonita.



    Dá para ter noção da transparência desta água?





    Conforme íamos percorrendo o entorno desta cachoeira, a mata ia se fechando, mas a transparência chegava a assustar.




    No meio do percurso existia uma fonte de água saindo da terra em meio as águas do rio.




    Olha ela vista de outro ângulo.



    Mais uma foto da transparência desta água, uma coisa que nunca tinha visto na vida.




    E finalmente estávamos chegando a tão famosa cachoeira, faltava pouco.





    Mais dois minutos andando e finalmente a redenção.



    O lugar era absurdamente lindo, com um poço transparente natural e próprio para banho.



    Não tardou muito e logo caímos na água.



    Que piscina hein....



    E dá para chegar bem nas quedas d'água da cachoeira, mas acredito que em uma época menos chuvosa, ela fique ainda mais clara.



    Como o tempo não ficava muito estável, ficou nublado bem rápido, mas ainda sim a transparência era absurda.




    Depois de uns 40 minutos ali, fomos para a próxima cachoeira, não antes de tirar um último registro desta.



    Hora de caminhar mais um pouco em meio a um campo aberto para a próxima cachoeira, a cachoeira Capivara.



    Opa, acho que esqueci de apresentar a nossa guia do povo Kalunga.



    No meio do caminho notamos o que mais parecia um cupinzeiro bem diferente que mais parecia uma casa de um desenho animado extraterrestre.



    Atravessando o rio, passamos por esta pedra. Formato curioso o dela, não?



    Mais 20 minutos de caminhada e finalmente chegamos a Cachoeira Capivara.



    Hora de apreciar uma das mais belas maravilhas de Cavalcante.



    Importante ressaltar que a cachoeira ao lado da Capivara recebe outro nome, já que vem de outro rio. É a Cachoeira Tiririca.



    A cachoeira segue seu rumo formando novas cachoeiras, porém o acesso é difícil e arriscado, não sendo permitido o acesso.



    Na época de seca é possível se banhar muito próximo a cachoeira, mas como o nível de água estava elevado, a guia sugeriu que só se banhássemos na ponta para não sermos levados pela correnteza.



    Na volta ainda passamos por uma pequena cachoeira, que ficava mais fácil o acesso para banho.



    Era a hora da partida. Dormimos em Cavalcante e pegamos o último dia na estrada de volta para o Rio de Janeiro.


    5º dia

    Era o dia da volta, tínhamos que ir embora deste belo lugar que sem sombra de dúvidas deixou saudades. 

    Neste dia tivemos uma visita no camping de uma amiguinha bastante simpática e bonita, olha só. =)



    Era hora da partida, então pegamos a estrada de volta em direção a Brasília, mas antes passando por Alto Paraíso.




    O dia ia clareando e com isso resolvemos dar uma passadinha na Cachoeira do Poço Encantado, que fica localizada na Fazenda Rio de Pedra, a aproximadamente 52 km ao norte da cidade de Alto Paraíso.




    Ali me pareceu que existia uma ótima estrutura para turistas com bares próximos e a hospedagem de frente para a cachoeira.

    Descemos a pequena trilha (dura no máximo 5 minutos) e chegamos na cachoeira, que tem até uam pequena faixa de areia para descanso.



    Então por que não aproveitar um pouco dessa cachoeira? Claro que fomos aproveitar os últimos minutos na chapada aproveitando e por fim, retomamos o nosso caminho de volta no aeroporto.



    E assim finalizamos mais uma postagem com muitos atrativos. Espero que tenham gostado.

    Segue abaixo alguns outros atrativos na Chapada dos Veadeiros:

    • Alto Paraíso

    - Loquinhas
    - Cachoeira dos Cristais
    - Complexo dos Macaquinhos
    - Catarata dos Couros
    - Jardim de Maytreia

    • São Jorge

    - Trilha dos Cânions e Cachoeira Carioquinhas
    - Cachoeira do Segredo
    - Mirante da Janela

    • Cavalcante

    - Pedra Furada
    - Cachoeira da Ave Maria
    - Cachoeiras do Rio da Prata
    - Toca da Onça
    - Cachoeira das Veredas
    - Cachoeira São Bartolomeu


    Até a próxima aventura!


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