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sábado, 26 de setembro de 2015

Arquipélago das Ilhas Cagarras

(Fonte: Google)


O Arquipélago das Ilhas Cagarras é um conjunto de sete ilhas e ilhotas (Laje da Cagarra, Cagarra, Filhote da Cagarra, Matias, Praça Onze, Comprida e Palmas) localizado a cerca de 5 km ao sul da praia de Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.

O arquipélago é parte integrante do Monumento Natural das Ilhas Cagarras que tem como finalidade preservar os remanescentes da Mata Atlântica insular; os refúgios e áreas de nidificação das aves marinhas e a beleza cênica local, sendo reconhecido como um dos cartões postais da cidade do Rio de Janeiro. 

Este Monumento Natural é uma Unidade de Conservação Federal Marinha de Proteção Integral, ou seja, nesta área protegida somente é permitido o uso indireto dos seus recursos naturais tais como a contemplação da beleza cênica (turismo embarcado e mergulho), a pesquisa científica e atividades de educação ambiental. Sua área é de 87 hectares, incluindo a parte emersa e o raio de dez metros ao redor de cada ilha.




Não há consenso entre os autores acerca da origem do nome do arquipélago. A versão mais comumente aceita refere que a toponímia seria devida à grande quantidade de excremento das aves marinhas que habitam, nidificam e se alimentam nas suas ilhas. Após se alimentarem, principalmente de peixes, excretam suas fezes, ricas em cálcio, nas encostas rochosas das ilhas, manchando-as de branco.

Devido a necessidade de proteção da área de seu entorno a fim de evitar a degradação da fauna e flora presente na região, no dia 13 de abril de 2010 o Presidente em exercício José Alencar assinou decreto criando o "Monumento Nacional das Cagarras", por iniciativa do Deputado Fernando Gabeira do PV, sendo, portanto, uma unidade de preservação ambiental, com o objetivo de preservar este paraíso ecológico.



A avifauna em torno da região costuma ser bastante numerosa. É comum encontrarmos pássaros como Gaivotas, João-Grandes (também conhecidos como Fragatas ou Tesourões), Atobás, Maçaricos, Gaviões, Corujas, Trinta-Réis, Bem-te-vis, Biguás, Garças, Urubus (estes, mais comuns nas ilhas onde ocorre lixo derivado dos acampamentos desordenados), entre outras espécies. Animais como ratos, cobras e lagartos também já foram observados por lá.

A vegetação é típica de restinga com forte ocorrências de bromélias, clúsias, orquídeas, antúrios, filodendros e algumas árvores como palmeiras e figueiras. Já no fundo de suas águas, encontramos uma enorme variedade de peixes, crustáceos, moluscos, algas, estrelas do mar, além das visitas constantes de tartarugas, golfinhos e até baleias.




- Em 1730, a ilha principal, a Cagarra, figura numa carta náutica com o nome afrancesado de "Ilha Cagade". Numa outra carta, datada de 1767, aparece com sua denominação em português: "Ilha Cagado".

- O nome do arquipélago é o mesmo de uma ave, que vive na Ilha da Madeira (território português a oeste da costa africana). Mas a cagarra ou cagarro (Calonectris diomedea) não é encontrada por aqui.


O clima é tropical atlântico e a média anual das temperaturas é de 23,8 °C. Por se tratar de uma cidade litorânea, o efeito da maritimidade é bastante perceptível, traduzindo-se em amplitudes térmicas relativamente baixas. A média anual das temperaturas médias máximas mensais é 27,3 ºC, e das médias mínimas mensais, 21 °C.

Os verões são marcados por dias quentes e úmidos, eventualmente suplantando a barreira dos 40 °C em pontos isolados, enquanto os invernos apresentam-se amenos e com regime de chuvas mais restrito, com mínimas raramente inferiores a 10 °C.




É possível visitar todos os dias o Arquipélago das Ilhas Cagarras através de barcos, porém é proibido ancorar nas ilhas, cabendo apenas a contemplação da paisagem.




Protetor solar, roupas leves, água e comida. Caso seja realizado o passeio de barco por uma empresa de turismo a água e comida costuma ter no barco.




Muitas empresas de turismo fazem o passeio de barco até as Ilhas Cagarras, partindo da Marina da Glória.

(roteiro esquemático do passeio às Ilhas Cagarras)




Começamos com o interesse em fazer um passeio por estas ilhas que são vistas na praia de Ipanema e Leblon. Muitas pessoas não sabem ainda como se faz para chegar lá e é isso que me fez postar sobre. Pesquisamos e encontramos uma promoção na empresa Oya Shipping Tour (http://www.oyaturismo.com.br/) saindo a R$50,00 por pessoa.

Assim, marcamos o dia no site e começamos ele saindo da Marina da Glória às 9 horas da manhã em direção as ilhas.

Assim que entramos no barco tiramos a foto do grupo "velejador".



No trajeto dá para se ver a orla do Rio de Janeiro de outro ângulo.



O barco não era tão rápido, porém nada disso foi problema porque assim dava para contemplar e tirar as fotos com calma. Como qualquer embarcação no mar balança, era preciso um pouco de esforço, paciência e sorte para tirar boas fotos.



No trajeto passamos pela Fortaleza de São João, um lugar de difícil acesso pelos turistas devido a esta área ser militar.

(Fortaleza de São João)

Logo adiante encontramos o Pão de Açúcar visto de um ângulo que pouca gente conhece, quase irreconhecível.

(Pão de Açúcar visto de outro ângulo)

Não demoraria muito e logo vimos o Cristo Redentor ao fundo também.



Além disso dava para avistar a praia Vermelha, situada no bairro da Urca.

(praia Vermelha)

Passada a zona mais próxima ao litoral, fomos ao mar aberto. No meio do caminho  nos deparamos com cada paisagem diferente do Rio de Janeiro de abrir a boca.



Era hora de conhecer a tal ilha que deu origem ao nome de todo o arquipélago, a ilha Cagarra!!!

(ilha Cagarra)

Dava para notar que esta ilha era diferente das demais por ter uma cor mais esbranquiçada originada pelas fezes dos animais (principalmente aves) presentes nela. Segundo relatos, as fezes destes animais na ilha que deu o nome "Cagarra".

Perto dela dava para avistar um bando (de pássaros) sobrevoando o arquipélago.



Era pássaro que não acabava mais.



Seguindo um pouco mais por dentro do arquipélago, avistamos a ilha Comprida, a maior ilha do local.

(ilha Comprida)

Ali o barco parou para que todos pudessem apreciar mais o local e quem quisesse, poderia dar um mergulho próximo ao barco, mas como o vento estava bastante gelado, ninguém se aventurou no mar.

Fiquei um tempo ali tentando tirar boas fotos e numa delas percebi algo diferente próximo a outro barco, seriam golfinhos???



Um tempo depois tive a confirmação, eram golfinhos!!! 



Foi um show a parte!!!




Ao questionar o guia do passeio, ele me informou que os golfinhos sempre ficam por perto dos barcos em busca de alimento. Apesar de não ser uma boa prática ter barcos pesqueiros por ali, foi muito bom receber a visita desses golfinhos no passeio.



E voltamos então a olhar para a paisagem deslumbrante!





Infelizmente já era hora de voltar. Tivemos a sensação do passeio ser um pouco curto, talvez pela demora do barco em chegar no local.



 Mais uma foto do bando no arquipélago para finalizar o dia.



No caminho de volta encontramos algumas boias no mar, seria para guiar os barcos?



Hora da volta e ainda tive tempo de tirar uma última foto dessa linda vista do Rio de Janeiro.



 É isso pessoal, espero que tenham gostado do post como eu gostei do passeio.

Um grande abraço a todos!!!

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