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sábado, 9 de abril de 2016

MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

(Fonte: Google)
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) fica localizado próximo aos jardins do Aterro do Flamengo, ao Aeroporto Santos Dumont e às margens da Baía de Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.

A sua construção foi iniciada em 1954 com detalhes em linhas retas e uso de estrutura vazada e transparente do arquiteto carioca Affonso Eduardo Reidy e do projeto paisagístico de Roberto Burle Marx, sendo posteriormente tombados em 1965 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Cada etapa de seu conjunto foi sendo inaugurada em períodos diferentes, sendo apenas finalizado em 2006 com a inauguração do teatro.

Com 130 m de comprimento e 25 m de largura, o MAM representa um marco na arquitetura brasileira. Além disso, é uma organização particular sem fins lucrativos que possui um valioso patrimônio artístico moderno brasileiro, sendo uma das mais importantes instituições culturais do Brasil.


Nascido no pós-guerra, O MAM é inaugurado em 03 de maio de 1948 com um acervo que reunia obras de artistas como Pablo Picasso, Wassily Kandinsky e Paul Klee, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro ocupou inicialmente as dependências do Banco Boavista, instituição bancária na Candelária. 

Em 1952, foi transferido para os pilotis do atual Palácio Capanema, então Ministério da Educação e Cultura. Neste mesmo ano a Câmara dos Vereadores aprova a proposta de doação de terreno de 40 mil metros quadrados para a construção da sede do MAM.

(Palácio Gustavo Capanema - Fonte: Google)

Em 1954 Affonso Eduardo Reidy começa a projetar o prédio do MAM e Roberto Burle Marx realiza o projeto dos jardins ao seu redor. Em 1956, iniciou-se a construção da sede definitiva, uma das paisagens mais espetaculares do mundo, situada ao fundo da enseada da Glória. 

(construção do MAM - Fonte: Google)

Em 1958, estando concluída a construção do primeiro bloco arquitetônico, o Bloco escola, com 10 mil metros quadrados, o MAM transferiu-se para sua sede definitiva, sem que a ala principal - 14 mil metros quadrados para os salões e a administração - estivesse concluída, o que só ocorreria na década seguinte. Neste ano a mostra inaugural apresentou trabalhos do pintor inglês Ben Nicholson e de nove escultores britânicos contemporâneos.

Em 1959 é a vez das mostras de Alexander Calder, Georges Mathieu e a I Exposição Neoconcreta, junto aos cursos de Ivan Serpa e John Friedlander transformam o Museu de Arte Moderna em foco de transformação artística e na sede do neoconcretismo.

Museu de Arte Moderna consolida-se como polo de vanguarda brasileira a partir das mostras como Opinião 65 em 1965. No mesmo ano, o Museu de Arte Moderna é tombado juntamente com o Parque do Flamengo pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. 



Em 1967 é concluído o Bloco de Exposições, tendo como mostra inaugural uma retrospectiva de Lasar Segall. Neste ano tem lugar no museu a exposição Nova Objetividade Brasileira, na qual Hélio Oiticica exibe o penetrável Tropicália.

Em julho de 1978 um incêndio destrói, praticamente, toda a coleção do museu, provocando graves danos ao Bloco de Exposições. Nenhuma das telas da mostra Arte Agora III – América Latina: Geometria sensível escapa ao fogo que destruiu obras de importantes artistas como Miró, Salvador Dalí, Max Ernst e René Magritte. Das obras que escaparam do fogo, destacam-se: Mademoisselle Pogany, escultura de Constantin Brancusi de 1920; Number 16 de Jackson Pollock de 1950 e a obra de Ben Nicholson, Opal, Magenta and Black de 1951. 

(incêndio no MAM - Fonte: Google)

Imediatamente após o trágico acidente que chocou o meio cultural de todo o mundo, começaram as manifestações de solidariedade sob a forma de doações de artistas, instituições e mesmo de governos - como o da França, que enviou obras como: o de Pierre Soulages - mas os esforços de reconstrução do acervo foram largamente prejudicados por crises sucessivas da economia brasileira. Foi necessário um longo período de pequenas adições para que a coleção do Museu voltasse a ocupar seu lugar de destaque.

Em 1982 ocorre a reabertura do Bloco de Exposições do MAM e em 1993 recebe do colecionador Gilberto Chateaubriand, em regime de comodato, cerca de 4.000 obras de arte moderna e contemporânea.

Já em 1999 o MAM recebe a exposição “Picasso: Anos de Guerra, 1937-1945”, tornando-se um grande sucesso de público.

Em 2004, em diálogo entre obras de importantes coleções, sedia a exposição  “Encontros com o modernismo” – destaques do Stedelijk Museum Amsterdam e das coleções MAM e Gilberto Chateaubriand. Em 2005 recebe do colecionador e diplomata Joaquim Paiva País, em regime de comodato, sua coleção de fotografia moderna e contemporânea com cerca de 1090 ítens.

Somente em 2006, o projeto foi terminado com a construção do Teatro Vivo Rio, terceira parte do projeto de Reidy para o conjunto arquitetônico do museu. 

Atualmente, o MAM possui um acervo de aproximadamente 11.000 obras, grande parte proveniente da Coleção Gilberto Chateaubriand. Esse acervo também reúne esculturas e pinturas de artistas como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Portinari, Di Cavalcanti, Lygia Clark, Helio Oiticica e Franz Weissmann. 

O museu continua sendo até hoje palco de importantes mostras de artistas nacionais e estrangeiros, e, além desse maravilhoso acervo, oferece ainda biblioteca, café, livraria, espaço para shows, restaurante e cinemateca, onde acontecem as mostras mais concorridas da cidade.


- O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) foi criado em 1948 nos mesmos moldes do Museum of Modern Art (MoMa) de Nova York, assim como o Museu de Arte Moderna de São Paulo. 

(MoMa - New York - Fonte: Google)













- O local onde situa-se o MAM, área também aterrada sobre o mar, é proveniente do desmonte quase total do Morro de Santo Antônio, que situava-se entre o Largo da Carioca indo até as proximidades da Rua do Lavradio.

(Morro de Santo Antônio - Fonte: Google)

- As palmeiras, elementos marcantes dos jardins do Museu de Arte Moderna, tiveram o plantio inaugurado pelas mãos do então presidente Juscelino Kubitschek, em 1958. Ele foi o responsável por plantar a primeira de uma série de 48 mudas.

- Afonso Eduardo Reidy, projetista do MAM, não viveu para ver sua obra pronta, concluída somente em 1967.


Inteira: R$14 
Meia entrada: R$7
Entrada gratuita [Amigos do MAM e crianças até 12 anos]
Todas as quartas-feiras a partir das 15h: entrada gratuita
Domingos ingresso família, para até 5 pessoas: R$14


O MAM funciona de 3ª a 6ª feira, das 12h às 18h e sábado, domingo e feriados, das 12h às 19h.

A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Contatos - Telefone: (21) 2240- 4944 (21) 2240-4899 / e-mail: mam@mamrio.org.br


O MAM fica situado na Avenida Infante Dom Henrique, 85 / Parque do Flamengo - Centro.

Existem algumas opções para se chegar lá:


  • Carro - Pode-se chegar pelo Centro e pelos bairros Glória, Flamengo e Botafogo. Chegando por lá existe estacionamento muito próximo ao MAM. Possui estacionamento próprio e pago, funcionando todos os dias das 7h às 22h
  • Metrô - saltar na estação Cinelândia e caminhar até o local.
  • Ônibus - há bastante variedade de ônibus que circulam próximos ao MAM:
- Zona Sul: Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon), 154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela. Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.

- Zona Norte: 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel), 401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.- Zona Oeste: Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.





O MAM é um lugar de fácil acesso na cidade do Rio de Janeiro e por isso é bem frequentado, tanto para visitar o museu, quanto para curtir uma festa ou um teatro.

Pegamos o metrô e saltamos na estação da Cinelândia. Dali eram poucos metros para já encontrar o famoso museu.



Chegando perto já dava para notar o exoesqueleto do museu, uma obra de arte.




Em um close um pouco de longe, dava para ver como a estrutura era comprida.




Observado por dentro temos outra noção do museu.



Hora de entrar no museu. Começamos agora uma galeria de fotos das exposições do MAM. Começando pelos sapatinhos...



Pelo banquinho de madeira.



E as luminárias...



E mais madeiras.



Mas as melhores estruturas eram as dos pontos turísticos do Rio de Janeiro.



Agora a galeria de fotos dos lugares.



E as luzes que não retornam.



E cada desenho sugestivo...



Vamos jogar uma bolinha?



Cada tijolo pendurado.



E a delicadeza de cada vestido.



Encontrei uma nuvem no meio do museu.



Fui ver o que tinha lá dentro.



E esta foi a vista.



Quero ver vestir esta camisa.



A exposição e a cidade.



As molduras de metal.



Armas em ação.



Cabeças que não acabam...



A cada mala, uma surpresa.



Levante a cortina e tenha a notícia do dia.



Hora de ver os quadros.



Pense...



Aprecie a arte.



Parece uma casa virada ao avesso, mas é só o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.



Até o próximo post pessoal.

Até a próxima aventura!!

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