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quinta-feira, 7 de julho de 2016

MNBA - Museu Nacional de Belas Artes




O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) é um dos museus de arte mais importantes do gênero no país e fica localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, próximo ao Theatro Municipal e a estação de metrô da Cinelândia.

Este museu é uma das instituições museológicas mais importantes do país, com mais de 6.733,84 m² de áreas de exposição e 1.797,32 m² de reservas técnicas dedicadas à conservação, divulgação e aquisição de obras representativas da produção artística brasileira dos séculos XIX e XX.

Hoje o MNBA ocupa todo um quarteirão no centro histórico do Rio de Janeiro e possui o maior e mais completo conjunto de arte nacional do século XIX. O acervo conta atualmente com mais de 60 mil peças, entre obras de pintura, escultura, desenho e gravura brasileira e estrangeira, além de reunir um segmento significativo de arte decorativa, mobiliário, gliptíca, medalhística, arte popular, documentos e um conjunto de peças de arte africana.


O prédio ocupado hoje pelo MNBA foi construído, entre os anos de 1906 e 1908,  para sediar a antiga Escola Nacional de Belas Artes – Enba e sua pinacoteca na Avenida Central, símbolo maior da reforma urbana realizada pelo prefeito Pereira Passos no início do século XX.

Embora o Museu Nacional de Belas Artes tenha sido criado oficialmente apenas em 13 de janeiro de 1937 e inaugurado em 19 de agosto de 1938, sua história remonta à chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808, quando Dom João VI veio acompanhado de um conjunto de obras de arte, algumas das quais permaneceram no país depois de seu retorno à Europa e figuram como o núcleo inicial da coleção.

Alguns anos depois de sua chegada ao Brasil, o rei fundou a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios em um prédio construído por Grandjean de Montigny, um dos integrantes da Missão Francesa e professor da escola. A inauguração do prédio ocorreu em em 1826 pelo imperador Dom Pedro I, ocasião em que a instituição passou a ser chamada de Academia Imperial de Belas Artes. 

Com o passar dos anos, a Academia Imperial formou uma significativa pinacoteca e uma gliptoteca, sendo rebatizada, com o advento da República, como Escola Nacional de Belas Artes. Esta permaneceu no mesmo edifício até a construção de sua sede atual na Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central, artéria aberta na gestão de Pereira Passos durante uma grande reforma urbanística promovida no centro da cidade do Rio de Janeiro no início do século XX.

O autor do projeto para a construção na Avenida Rio Branco foi o arquiteto espanhol Adolfo Morales de los Rios, que tomou como modelo o Museu do Louvre em Paris. Durante a construção, porém, o desenho seria alterado, por Rodolfo Bernardelli e Archimedes Memoria, tendo como resultado final, uma construção eclética com fachadas em diferentes estilos. 




A fachada principal na Avenida Rio Branco é inspirada na renascença francesa, com frontões, colunatas e relevos em terracota representando as grandes civilizações da Antiguidade, além de medalhões pintados por Henrique Bernardelli com retratos dos integrantes da Missão Francesa e outros artistas brasileiros. As laterais são mais simples, e fazem referência à Renascença italiana, com mosaicos parisienses com figuras de arquitetos, pintores e teóricos da arte, como Vasari, Vitrúvio e Da Vinci. A fachada posterior é um exemplo mais puro e austero do neoclassicismo, com relevos ornamentais de Edward Cadwell Spruce. Na decoração interna, foram usados materiais nobres como mármores e mosaicos, estuques, cristais, cerâmicas francesas e estatuária. 

Finalizada a grande obra e aberta ao público em 1908, ocorreu a transferência das instalações da Escola Nacional para lá. O acervo da pinacoteca foi instalado no terceiro pavimento, enquanto a coleção de cópias de estatuária clássica usada para estudo encontrou espaços no segundo piso, com uma museografia especialmente concebida para dar-lhes destaque. Já os ateliês das aulas práticas e a administração da escola ficaram no quarto andar. Em 1931, a Escola Nacional foi incorporada à Universidade do Rio de Janeiro, encerrando sua história como instituição independente.

Com a criação do Museu Nacional de Belas Artes em 1937 pelo ministro Gustavo Capanema, a coleção da Escola Nacional passou a constituir o acervo do museu, e os ateliês e setores administrativos permaneceram no prédio, mas, entre as décadas de 1950 e 1970, alguns cursos foram sendo transferidos para outros locais, enquanto a escola mudava novamente de nome, agora passando a se chamar "Escola de Belas Artes". 



Em 24 de maio de 1973, este edifício acabou sendo tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em 1975, as aulas que ainda funcionavam no prédio do museu foram transferidas para uma sede na Ilha do Fundão, projetada por Jorge Moreira em arquitetura moderna, onde continuam até hoje suas atividades. Na transferência, o acervo que antes era comum ao museu e a escola foi dividido, sendo que a maior parte da coleção artística permaneceu no Museu Nacional. Já os documentos, obras de arte didáticas e a Coleção Jeronymo Ferreira das Neves, doada à Escola de Belas Artes em 1947, seguiram com a escola, passando a constituir o Museu Dom João VI. Com a saída definitiva da escola do prédio do museu, os espaços abertos foram ocupados pela Fundação Nacional de Artes.

Na década de 1980, o edifício passou por um período de completo abandono, e com sérios problemas estruturais que ameaçavam as coleções, acabou afastando o público. Então, foram realizadas diversas reformas importantes para modernizar os equipamentos expositivos e reformular a museografia, mas preservaram-se na íntegra seu estilo e decoração que recuperaram seu esplendor original. 

Em meados dos anos 1990, a Fundação Nacional de Artes desocupou as alas onde funcionava e o Museu Nacional pôde dispor integralmente de seu edifício. 

Hoje, plenamente recuperado e com equipamentos atualizados, o Museu Nacional de Belas Artes possui mais de 6.733,84 metros quadrados de áreas de exposição, com 1.797,32 metros quadrados de reservas técnicas. Além dos espaços de exposição e setores administrativos, o museu possui um Departamento de Conservação e Restauração, com laboratórios para trabalhos de pintura e papel, as Reservas Técnicas e a Oficina de Molduras e Gesso.

A Biblioteca do MNBA é especializada em artes plásticas dos séculos XIX e XX, reunindo obras raras e coleções de periódicos, monografias e catálogos de exposições, além de documentos e fotografias que registram a história da instituição desde a Academia Imperial de Belas Artes, incluindo acervos pessoais de alguns artistas.

Além disso, o museu organiza projetos para implementar ações educacionais voltadas para o público em geral, em especial para professores no sentido de proporcionar maior divulgação e entendimento do patrimônio cultural brasileiro em exposição permanente e temporária.

Devido a estes fatos, o Museu Nacional de Belas Artes é o mais importante museu de arte brasileira do século XIX, um dos museus brasileiros mais afamados internacionalmente, e um dos maiores em seu gênero em toda a América do Sul.



- O Museu Nacional de Belas Artes é a instituição do Brasil que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX. O acervo do museu teve início com o conjunto de obras de arte trazidas por Dom João VI, em 1808, e foi sendo ampliado ao longo do século XIX e início do século XX com a incorporação do acervo da Escola Nacional e outras aquisições. Hoje o museu possui cerca de 60.000 peças, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras de artistas brasileiros e estrangeiros, além de uma coleção de arte decorativa, mobiliário, arte popular e um conjunto de peças de arte africana.

- O enriquecimento do acervo foi concedido através de aquisições, e principalmente de generosas doações por parte de colecionadores e artistas. Contribuiu para esse acréscimo também o fato de os alunos da Escola Nacional de Belas Artes, subsidiados pelo Governo em seus estudos na Europa, enviarem obrigatoriamente certo número de trabalhos para o Brasil. Além desses, permaneceram no museu obras premiadas nas Exposições Gerais de Belas Artes, promovidas pela Academia Imperial, e no Salão Nacional de Belas Artes, realizado pela escola. Não menos significativo foi o mecenato de ilustres personagens, como os Barões de São Joaquim, Luís Resende e Guilherme Guinle, entre muitos outros que doaram coleções completas de artistas notáveis.

- Em 24 de maio de 1973, o edifício da Avenida Rio Branco, 199, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), na qual destina-se à aquisição, conservação e divulgação de obras de arte que evidenciem a evolução da produção artística brasileira e estrangeira. O MNBA já sediou grandes exposições, como a do escultor francês Auguste Rodin, com 226 mil visitantes (1995); a de Claude Monet, com 423 mil visitantes (1997); a de Salvador Dali, com 250 mil visitantes (1998); e a de Botero, com 50 mil visitantes (1998).



Normal – R$ 8,00
Meia-Entrada – R$ 4,00:
Ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) - R$ 8,00
Audioguias: R$ 8,00

Venda de ingressos e entrada de visitantes até 30 min antes do fechamento do Museu.

Gratuidade para pessoas acima de 65 anos, estudantes da rede pública e de professores de órgãos reconhecidos pelo MEC.

Entrada Franca aos domingos.


O Museu fica aberto de terça à sexta-feira das 10 às 17hs, e sábados, domingos e feriados das 13 às 17 horas.

Obs.: A bilheteria encerra suas atividades 30 minutos antes do horário de fechamento.

Mais informações podem ser visualizadas no site do museu: http://mnba.gov.br/portal/



O Museu Nacional de Belas Artes fica localizado na Avenida Rio Branco, 199, Centro. Existem algumas maneiras de se chegar lá:

  • Metrô: O museu fica entre as estações Carioca e Cinelândia, a mais ou menos 200 metros de distância das duas.
  • Ônibus: Qualquer ônibus que passe pelo Largo da Carioca, pela Avenida Rio Branco ou pela Cinelândia serve. Há várias linhas de ônibus que fazem o ponto final nestes lugares.

  • Trem: Vá até a Central do Brasil e depois pegue o metrô ou ônibus.

  • Bicicleta: poderá ser realizado o caminho até uma estação da Bike Rio na Rua Almirante Barroso, a menos de 100 metros do museu.

  • Carro: é possível chegar no centro de carro e estacionar em garagens privativas, porém não é recomendado pela dificuldade de estacionar nas proximidades.







Se você gosta de história, então o seu lugar é aqui no MNBA. Além de ser um museu bem grande, possui muita coisa interessante a ser visualizada. Então era hora de explorar este importante museu.

Pegamos um metrô até a Cinelândia e logo em seguida vimos o MNBA logo ao lado do Theatro Municipal.

(entrada do MNBA)

Como no lugar existem várias árvores e a entrada pode ser mais difícil de encontrar, uma dica! Existe uma placa bem visível na entrada do museu.



Entrando no museu, já começamos a reparar alguns detalhes no chão do museu. Uma decoração muito bem feita.



Andando um pouco mais, chegamos em uma sala com 3 portas, seriam as portas do futuro?



Começamos efetivamente a admirar as exposições da sala.



nos deparamos com esta arte muito criativa. Uma ave colorida, luminosa e com coração.



Na sala havia quadros bastante coloridos.



Além dos quadros, tinha o espelho circular.



No lado de fora da sala a arte era nos azulejos.



Andando mais um pouco, chegamos a segunda sala, a sala das esculturas.



Cada escultura de tirar o fôlego.



Andando pela sala e observando as esculturas.



Centauro.



Mais esculturas...



Logo ao lado tinha uma pequena sala com quadros principalmente sobre embarcações antigas.



Os quadros eram todos muito bem feitos.



A cada passo, um novo quadro bonito, olhem o desta mãe com o filho.




Mais um quadro antigo. Este deve ser de uma das missas realizadas pelos portugueses.



Este já um pouco mais moderno, representando mais uma missa.



Quando finalmente chegamos a um corredor com muitos quadros. Da para notar que muitos deles eram gigantes!!!



Neste quadro, resolvi até ficar do lado dele para termos a noção do quão grande ele era. Eu com meus míseros 1,90 m de altura ao lado deste quadro, façam suas contas do tamanho dele!!



Como era de prometer, muitos quadros remetendo a nossa antiga história.



Eis que chego perto de um que parecia bem real.



Continuando com a série dos quadros gigantes!! Olha o tamanho desse aqui...



Não só os quadros que compunham o museu, também tinha algumas pequenas esculturas como esta abaixo.



Continuando a sessão de quadros hiper realistas e bem trabalhados, olhem este daqui.



A riqueza de detalhes de quadra quadro chegava a impressionar.



Agora voltando aos quadros que remetem a história de nosso país, visualizamos esse que remete ao trabalho escravo.



Alguns quadros eram cheios de vida e detalhes, eram muitas obras bonitas.



Alguém gostou da roupa deste cidadão? Acho que dava um belo pijama...hahaha



E o que acharam desta ideia? No mínimo bastante criativa né!?



A área de exposição do museu era realmente grande e se perdia um bom tempo em cada sala. Andamos mais um pouco e chegamos em uma sala que batizei de sala da criatividade.



Começando pelo pequeno "boneco".



Não sei vocês, mas eu nunca imaginei que uma régua pudesse ser adicionada a um quadro.



E os quadros continuavam sendo muito bem feitos.



E este livro? Olha a riqueza de detalhes. Fico imaginando o trabalho que deve ter dado a quem fez ele.



Pensando em trabalho, olhem este feito com palitos de fósforo!!! Conseguem imaginar o trabalho que deve ter dado?



Era o fim das exposições (que não foram poucas). Resumindo, a sensação de estar neste museu e conhecer a nossa história através de quadros é bastante enriquecedor. É uma ótima opção para quem gosta de apreciar a nossa história em forma de arte.

Assim finalizamos esta postagem e espero que tenham gostado.

Até a próxima aventura!!!





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